REVISTA ELETRÔNICA de EDUCAÇÃO & SAÚDE.

REVISTA ELETRÔNICA de EDUCAÇÃO & SAÚDE (ano XXXIII) 2016 ou 5777
Criação e realização do biólogo e professor JOÃO ANGELO MARTIGNONI TEIXEIRA
Orientação e configuração do engenheiro e professor EVERARD LUCAS CARDOSO

23 de mai de 2016

CONTATOS com a Revista Eletrônica: "EXCITE-FRIBURGO" de EDUCAÇÃO & SAÚDE.

Idealizador: Prof. Dr. João Angelo Martignoni Teixeira
Correio eletrônico: biangelus@gmail.com

ou escreva-os nos comentários abaixo:

CRUCIFICAÇÃO de CRISTO:

Pesquisa de 2003 do Prof João Angelo. Atualização: 21/3/2016.
(foto ao lado tirada do teatro na Via expressa em 28/3/2010 e publicada no Jornal A Voz da Serra)
A palavra latina "excruciar” (raiz de "cruciante") se refere a algo que causa grande agonia ou tormento. As raízes da palavra são: "ex” = por causa de ou sobre, e "cruciar” = cruz. Então: "excruciar" = "por causa de , ou sobre, a cruz".
Em Seus 36 ou 37 anos de idade, Jesus foi amarrado a um poste, sofrendo violento espancamento físico e chicotadas que deixaram suas costas inteiramente expostas, onde a pele (epiderme + derme), com +/- 2 mm de espessura, apoiada na tela subcutânea (nome atual da antiga hipoderme), era arrancada das costas, expondo uma massa ensanguentada de músculos e ossos (“hambúrguer”).
Os romanos usaram um chicote (flagrum ou flagellum) com pequenas partes de ossos e metais (talvez Fe e Pb; Z= 26 e 82 na T.P.) unidos a vários cordões de couro. A quantidade de chicotadas não é registrada nos evangelhos. O número de golpes na lei judaica era de 40 (Dt 25:3), mais tarde reduzido (pelos fariseus) a 39 para evitar golpes excessivos por um erro de contagem. A vítima geralmente morria devido à surra (com 39 golpes acreditava-se trazer o criminoso à "1 da morte"). A lei romana não tinha nenhum limite sobre o n° de golpes a se dar.
Devido aos espancamentos houve perda de sangue (AB +, grupo sanguíneo considerado "receptor universal" que envolve mais ou menos 5% da população mundial) segundo estudos recentes no sudário (o sudário pertence ao Vaticano e fica guardado na Cappella della Sacra Sindone do Palácio Real de Turim, na Itália); houve também perda sanguínea devido aos espinhos da "coroa" (de 2,54 a 5,08 cm) feita da planta Zizifus spina (Zizyphus ou Azufaifo - da família das ramináceas) atingindo o escalpo (área mais vascular na testa que firma os cabelos) com 60 a 70 perfurações, enfraquecendo Jesus e podendo deixá-Lo inconsciente.
Depois do espancamento, Jesus andou num trajeto de +/- 595 m (chamado hoje de Via Dolorosa) para ser crucificado no “lugar do crânio ou da caveira” (em latim: Calvário; em aramaico: Golgota). O aramaico, língua semítica falada por Jesus, atingiu o apogeu entre os anos 300 a.C. e 650 d.C.,  falada ainda hoje em alguns lugares do Irã, Iraque e Síria, tem 22 letras no qual se escreve da direita para a esquerda e, deu origem ao hebraico e este, no final do séc. XIX, passou a ser a língua oficial de Israel.
O Calvário de Gordon é o ponto de maior altitude positiva de Jerusalém (777 m acima do nível do mar). Hoje neste Calvário, as cavernas na rocha estão situadas de tal maneira que dão ao local uma aparência de caveira. Jesus foi conduzido por ruas estreitas de pedras, cercadas por mercados daquele tempo, aglomeradas de gente, carregando a barra horizontal da cruz (chamada patibulum = patíbulo, pesando entre 36 e 50 kg) sobre Seus ombros. Ele estava cercado por 1 guarda romano, o qual carregava uma placa que anunciava Seu crime: o de ser "o Rei dos Judeus" em hebreu, latim e grego (o título era pendurado na cruz, sobre a cabeça da vítima, na hora da crucificação), por isso INRI (Iesus Nazarenus Rex Ioderum). No trajeto, Ele ficou incapaz de carregar a cruz; Simão o cireneu (natural da Cirenaica – região da Líbia - África), foi afetado pelo fato e intimado a ajudar.
Teorizam que Jesus talvez tenha caído ao ir descendo os degraus da Fortaleza de Antônio. Nesta queda com o pesado patíbulo nas Suas costas, talvez tenha tido uma contusão cardíaca, predispondo Seu coração a ruptura na cruz.
A crucificação era assim: o patíbulo era colocado sobre a terra e a vítima colocada em cima dele. Os cravos (pregos) de Fe (Z = 26), tinham +/- 18 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro, eram cravados nos pulsos (na terminologia antiga, o pulso era considerado parte da mão). Os pregos entrariam no nervo mediano, causando choques de dor irradiados por todo o braço; o mesmo aconteceu na ruptura do nervo plantar do pé com um único cravo que passou entre o 2° e 3° metatarso.

Era possível colocar os pregos entre os ossos do corpo (ao todo 213 ossos = 22 na cabeça; 33 na coluna; 24 nas costelas; 1 esterno no tórax; nos membros superiores 64 e nos inferiores 62; no pescoço 1 hioide e 6 pequenos nas orelhas médias), de modo que nenhuma fratura (ou ossos quebrados -Jo 19:32-36; Ex 12:46) ocorressem. Estudos científicos mostram que os pregos provavelmente foram cravados através dos carpos (8 ossos pequenos do pulso) entre o rádio e a ulna no espaço de “Destot”. Pregos na palma da mão não suportariam o peso (de +/-80 kg de Jesus) de um corpo (de +/-1 m e 80 cm) e rasgariam a mão entre os metacarpos e falanges.
No local da crucificação estariam postes (em pé) com aproximadamente 2 m e 15 cm de altura. No centro dos postes estava um habitual assento (sedile ou sedulum) no qual servia como suporte para a vítima. O patíbulo era levantado sobre os postes.

Os pés (o esquerdo sobre o direito) eram pregados ao stipes (tronco vertical da cruz), para isto, os joelhos teriam que ser dobrados e girados lateralmente, deixando-O numa posição muito desconfortável.

Quando a cruz era erguida verticalmente, havia uma grande tensão posta sobre os pulsos, braços e ombros, resultando num deslocamento dos ombros e juntas dos cotovelos. Os braços sendo presos para cima e para fora, prenderam a caixa torácica numa fixa posição final inspiratória na qual dificultou o exalar, e impossibilitou ter completa inspiração do ar. O fato de ter tido pequenas respirações, talvez explique porque Jesus fez pequenas declarações enquanto estava na cruz. O tempo passava, os músculos, pela perda de sangue, falta de O2 e a posição fixa do corpo, passariam por fortes cãibras (contrações súbitas musculares). Pelas surras e chicotadas, Jesus sofreu severa hipovolemia (baixo volume de sangue); por isso Seu estado desidratado e a perda de força.
Pela defeituosa respiração, os pulmões Dele começavam a ter colapsos em pequenas áreas causando hipoxia (baixo teor de O2). Uma acidez respiratória, com a falta de compensação pelos rins devido à perda de sangue, resultou em um aumento da pressão cardíaca (batendo mais rápido para compensar); acumulando líquidos nos pulmões (vazou “água” e sangue na perfuração de +/- 5cm da lança no tórax do lado direito do corpo, feita pelo soldado ao confirmar Sua morte - Jo 19:34), sob o stress da hipoxia e acidez, o coração parou.
Em 2003, os astrônomos romenos: Liviu Mircea e Tiberiu Oproiu do Observatório do Instituto Astronômico da Romênia, estudaram através de programas de computador baseados na revolução dos planetas entre os anos 26 e 35 d.C. e descobriram que apenas por 2 vezes nesse período, a Lua cheia ocorreu imediatamente após o equinócio. A primeira Lua cheia foi numa sexta-feira 07/4/0030 e a segunda Lua cheia foi 03/4/0033.
Estes astrônomos, ainda baseados no Novo Testamento, onde diz que: Jesus morreu no dia após a primeira noite de Lua cheia após o equinócio de Verão e também se refere ao eclipse solar ocorrido durante a crucificação (Lc 22:53); concluíram por estes dados no computador que ocorreu um eclipse parcial do Sol em 33 d.C.

Na verdade, a última ceia de Jesus e seus apóstolos, se deu numa 4ª-feira, dia 01/4/0033. Por estudos científicos, podemos afirmar (afirmação também feita pelos astrônomos supracitados) que Ele morreu com 36 ou 37 anos de idade, às 15 h da sexta-feira do dia 03/4/0033 ressuscitando às 4 h da madrugada do dia 05/4/0033.
Ainda com auxílio de computadores, cientistas divulgaram em 2010 o "rosto de Jesus Cristo" e o "corpo de Jesus Cristo" (Corpus Christi) conforme os dados apurados no sudário e inseridos nos computadores, chegando aos resultados das respectivas fotos abaixo:
Aspectos Religiosos do Corpus Christi (ou Corpo de Cristo):
A história religiosa do Corpo de Cristo tem início no século XIII e foi instituída pelo Papa Urbano IV.
Um fato extraordinário ocorrido no ano de 1247, na Diocese de Liége, Bélgica, diz que Juliana de Cornillon, monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à Lua, totalmente brilhante, porém, com uma incisão escura. Ela disse que o próprio Jesus Cristo revelou a ela que a Lua significava a igreja, e sua claridade o Corpo de Cristo. Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo uma festa (ou solenidade) em sua Diocese. O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón, que quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa Urbano IV.
O fator que deflagrou a decisão do papa e que confirmaria a antiga visão de (agora "Santa") Juliana se deu por um "milagre" ocorrido no 2° ano do pontificado de Urbano IV: o "milagre eucarístico" de Bolsena, na Itália, onde um sacerdote tcheco (Pe. Pietro de Praga), duvidando da presença real de Cristo na eucaristia depois da consagração do pão e do vinho, viu brotar sangue na hóstia (semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no século VII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o bispo de Orvieto a levar a ele as alfaias litúrgicas embebidas com o sangue de Cristo. Instituída para toda a igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada país ou de cada localidade.
O Corpus Christi foi instituído pelo Papa Urbano IV com a Bula Transiturus (carta pontifícia de caráter solene), de 11 de Agosto de 1264, celebrada na quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade (Pai + Filho + Espírito Santo), que acontece no Domingo depois de Pentecostes (Pente = 50 dias, depois da Páscoa, com a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos). A Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na quinta-feira santa e o Corpus Christi é celebrado sempre na quinta-feira depois de Pentecostes.
A celebração do Corpus Christi lembra a caminhada do povo peregrino de Deus, em busca da terra prometida. Segundo o Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná no deserto e hoje o povo de Deus é alimentado com o Corpo de Cristo, onde o celebrante consagra duas hóstias grandes, sendo uma consumida e a outra apresentada aos fiéis para adoração de Cristo.

Referências: Ball, D. A. "The Crucifixion and Death of a Man Called Jesus". J Miss St Med Assoc 30(3): 77-83, 1989.
Bíblia.Bible, Amplified version. Zondervan Publishing House, Grand Rapids, Michigan, 1964. Davis, C.T. "The Crucifixion of Jesus:The Passion of Christ from a Medical Point of View". Ariz Med 22:183-187, 1965. Edwards, W.D., Gabel, W.J and Hosmer, F.E. "On the Physical Death of Jesus Christ." JAMA. 255 (11), pp. 1455-1463, 1986.Holman's Bible Dictionary, Holman Bible Publishers, 1991. McDowell, J. "The Resurrection Factor". Campus Crusade for Christ, Nashville, Tenn., 1981. Metherall, A.. "Christ's Physical Suffering" (Tape) Firefighters for Christ , Westminister, Ca. Fitzgerald, Benedict & Gibson, Mel; “The Passion of the Christ” (20th Century Fox– EUA), 2004.

No Facebook: "ARQUEOLOGIA NO CALVÁRIO DE GORDON" - (uma exploração arqueológica) - Antônio César Domingues Hedo - Tel. (11) 4521-0157 e (11) 9817-9101 - e-mail: acdhedo@hotmail.com.

10 de mai de 2016

SEXTA-FEIRA 13 de MAIO de 2016.

          “A sexta-feira 13 e o judaísmo”
(por Jane Bichmacher de Glasman, escritora, professora e ex-diretora do Programa de Estudos Judaicos da UERJ)
“Ninguém sabe direito como a superstição surgiu. Alguns dizem que é porque Jesus foi crucificado em uma sexta-feira 13. Quanto à possível conotação aziaga do número 13 na tradição judaica, ela, na verdade, não existe. Pelo contrário: 13 é um número extremamente positivo.
No judaísmo, 13 é a idade na qual o jovem se torna bar-mitzvá, 13 são também os princípios de Fé Judaica elaborados por Maimônides. O número 13 era visto na tradição judaica como a adição divina para ao terreno 12, que está ligado aos 12 meses do ano, às 12 tribos de Israel e aos 12 signos do zodíaco, os quais representam a fragmentação do mundo físico, onde a Luz do Criador está oculta. O 13 se eleva acima dessas forças materiais, e nos leva à unidade do mundo espiritual. Morrer em uma noite de sexta-feira, depois de ter recebido o Shabat, era visto como particularmente honrosa para os mártires judeus. Então, tendo a sexta-feira 13 se tornado mais um dia para mártires judeus, os numerosos opressores começaram a interpretar o dia em suas formas negativas. No judaísmo o número 13 não indica o fim, mas sim a transformação, o renascimento”.
Fonte: Jornal ALEF/ edição 1482 de Agosto de 2010  – comunidade judaica [ jornalalefvirtual@jornalalef.com.br ]
Abaixo a reportagem na íntegra:
A sexta-feira 13 e o judaísmo
Jane Bichmacher de Glasman, escritora, doutora em Língua Hebraica,
Literaturas e Cultura Judaica; professora adjunta, fundadora e
ex-diretora do Programa de Estudos Judaicos da UERJ.
De acordo com o calendário judaico, “Yom Shishi”, a sexta-feira (qualquer uma) começa na véspera – na quinta-feira, “Yom Hamishi”. Já na sexta-feira ao anoitecer é sábado – “Erev” (véspera) Shabat! O homem (ser humano) foi criado, de acordo com o relato bíblico, na sexta-feira. E, neste dia, diferentemente dos outros em que D’us concluía com um “Está bom!”, Ele disse: ”Muito bom!”. Para quem gosta de uma leitura supersticiosa, este comentário divino torna a sexta “um dia de sorte” (junto com a terça-feira em que foi dito “Bom!” duas vezes – motivo pelo qual se costuma começar nas terças, por exemplo, calendário de aulas em escolas judaicas etc).
Tendo o homem sido criado na sexta-feira – ela se tornou também a data do primeiro Rosh Hahaná da humanidade (embora primeiro de Tishrei, que é o primeiro dia de Rosh Hashaná, jamais possa cair num domingo, quarta ou sexta-feira)! Quanto à possível conotação aziaga do número 13 na tradição judaica, ela, na verdade, não existe. Pelo contrário: 13 é um número extremamente positivo. No judaísmo, 13 é a idade na qual o jovem se torna bar-mitzvá, entrando assim na maioridade religiosa. Treze são também os princípios de “Fé Judaica” elaborados por Maimônides no seu “Comentário sobre a Mishná” e transformados em “Pyiut” (poema litúrgico), no hino “Yigdal”, em 1404.
Na língua hebraica os numerais são escritos com as letras do alfabeto (alefbet), às quais é atribuído um valor numérico. Assim, o número 13 escreve-se com as letras “? Yud” (10) e “? Guimel” (3). Para desvendar as leituras semióticas da numerologia hebraica (gemátria), é necessário analisar o simbolismo dado a cada letra. “Yud” (?) é a primeira letra da palavra yetzer (impulso), denotando a tendência humana tanto para o bem, o altruísmo (“Yetzer hatov”, aspecto positivo, o bom impulso) como para o mal, o egoísmo (“Yetzer hará”, aspecto negativo, o mau impulso). Cabalistas aconselham a meditação na letra “Yud” como forma de ultrapassar estagnação e inspirar mudança a nível espiritual. O “Yud” é também a primeira letra do tetragrama sagrado. O “Guimel” (?), por outro lado, reflete qualidades de bondade e crescimento. A expressão “guemilut hassadim” (boas-obras, atos de bondade) traduz a essência de “Guimel”, primeira letra também das palavras “Gadol” (grande), “Guibor” (poderoso, forte, herói) e “Guevurá” (coragem).
O número 13 era visto na tradição judaica como a adição divina para ao terreno 12, que está ligado aos 12 meses do ano, às 12 tribos de Israel e aos 12 signos do zodíaco, os quais representam a fragmentação do mundo físico, onde a Luz do Criador está oculta. O 13 se eleva acima dessas forças materiais, e nos leva à unidade do mundo espiritual. Segundo a Cabalá, 13 é a gemátria (valor numérico) da palavra “Echad”, que significa o número 1, a unidade, e, também, uma alusão a Deus. As palavras “Ahavá” (amor) e “Deagá” (preocupação) igualmente têm seu valor numérico 13. Assim como é 13 o valor das palavras “Ahavá” (amor) e “Echad” (unidade), denotando uma ligação intrínseca entre elas. Morrer em uma noite de sexta-feira, depois de ter recebido o Shabat, era visto como particularmente honrosa para os mártires judeus. Então, tendo a sexta-feira 13 se tornado mais um dia para mártires judeus, os numerosos opressores começaram a interpretar o dia em suas formas negativas. No judaísmo o número 13 não indica o fim, mas sim a transformação, o renascimento. A superstição que ronda o número 13 é, sem dúvida, uma das mais populares. Pode ter tido origem no dia 13 de outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia. Na Antiguidade, o número 13 tornou-se de mau agouro, depois que o Imperador Felipe da Macedônia acrescentou sua estátua às dos doze deuses do Olimpo. Logo em seguida, ele foi brutalmente assassinado. Eva ofereceu a maçã a Adão na sexta-feira, e o dilúvio começou no mesmo dia.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. Ninguém sabe direito como a superstição surgiu. Alguns dizem que é porque Jesus foi crucificado em uma sexta-feira 13. Além da versão histórica de perseguição aos templários, também existiam lendas nórdicas e cristãs sobre o sombrio treze. Sua origem é pagã, e não cristã como muitos pensam, e remonta a duas lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira, houve no Valhalla, a morada dos deuses, um banquete para o qual doze divindades foram convidadas. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí surgiu a idéia de que reunir 13 pessoas para um jantar era desgraça. A associação com a sexta-feira vem da Escandinávia e refere-se a Friga, a deusa da fertilidade e do amor (que deu origem a frigadag e Friday = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, num total de 13 entes, para rogar praga sobre os humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa. Isso serviu para incitar a raiva das pessoas contra Frigg, embora nem sequer existissem figuras malignas como o Diabo nessas culturas. Como a sexta-feira era um dia sagrado à deusa, e ao feminino, o advento ao patriarcado fez com que esse dia fosse o escolhido para ser dia amaldiçoado, como tudo o que dizia respeito às mulheres.
A Última Ceia, portanto, é uma posterior releitura dos mitos originais, onde havia 13 à mesa, às vésperas da crucificação de Jesus, que teria ocorrido numa sexta-feira. O 13° convidado teria sido o traidor causador da morte de Jesus, como Loki foi o causador da morte do filho de Odin. Especula-se, inclusive, que Jesus, sendo um iniciado, possa ter estipulado o número de pessoas à mesa em 13 precisamente por causa da magia do número.
Nas cartas do tarô, o Arcano 13 (Ceifador), é a carta da morte, por associação com as letras hebraicas. Estudantes da prática interpretam a carta como um sinal de mudanças do ponto de vista, de formas de viver, e profundas transformações internas e externas. Mesmo quando se refere à morte física, na concepção religiosa, esta não representa um fim em si; afinal os antigos viam a morte como uma passagem para outro mundo ou plano de existência, em geral com uma conotação evolutiva.

5 de mai de 2016


Meu pai (Waldemar Martignoni Teixeira) faleceu dia 11/1/2012 aos 83 anos de idade; esta foi a última foto que tiramos juntos em Janeiro/2012.
Na 3ª-feira, dia 17, às 18 horas fizemos a missa de 7° dia, na Ig. São Francisco de Assis (no Ed. Itália) em Nova Friburgo/RJ.
No Sábado, dia 11/2/2012, às 18h, fizemos a missa de 1 mês, na mesma Igreja citada anteriormente, com celebração do Pe. A. Leão (meu ex-colega do Col. Anchieta na década de 1970).
Obrigado, João Angelo


Hoje dia 05-5-2016, meu pai estaria fazendo 88 anos !!! Muita saudade !!!

20 de abr de 2016

Aedes aegypti e o Aedes albopictus - ALERTA de FOCOS de PROLIFERAÇÃO para o período de 2016:

O Aedes aegypti e o Aedes albopictus e a transmissão da Dengue, da Febre Amarela, da Zika (incluindo a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré) e da Chikungunya:
(Resumo da palestra do Prof. João Angelo em 2015/2016).


Em 2016 até Abril, tivemos 2691 casos de Dengue em Nova Friburgo (principalmente em Olaria, Prado, Jardinlândia, Conselheiro Paulino e Riograndina). No mesmo período de 2013 foram notificados 1734 casos de Dengue na cidade.


O vírus tipo 4 [Den-4] deixou de ser registrado durante muito tempo no país, voltando a causar vítimas no ano de 2011, por isso houve uma vulnerabilidade muito grande da população em relação ao vírus tipo 4 em 2013.
Fique atendo e coloque em prática tudo o que estamos aprendendo!
Obs.: até 2013 não se tem ainda uma vacina contra a dengue, porém a UECE (Universidade Estadual do Ceará) está desenvolvendo a 1ª vacina de origem vegetal contra a dengue, tendo como responsável pela pesquisa, a bioquímica Isabel Florindo Guedes.
O imunizador, foi testado em humanos de 2012 a 2014, e se mostrou eficaz em camundongos, que conseguiram produzir anticorpos contra a doença.

O feijão-de-corda (Vigna unguiculata) ou feijão-fradinho -- utilizado no preparo do acarajé baiano -- serviu de base para a produção da vacina.
Os cientistas conseguiram isto com a inserção de genes do vírus na planta e, verificaram que uma única planta pode gerar até 50 doses de vacinas e com baixo risco de reações alérgicas.

MAPA DA DENGUE (em 2015)

1) CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA do MOSQUITO:
Reino: Animalia;
   Filo: Arthropoda;
      Classe: Insecta;
         Ordem: Diptera; Subordem: Nematocera;
            Família: Culicidae; Subfamília: Culicinae;
               Gênero: Aedes; Subgênero: Stegomyia;
                  Espécie: Aedes aegypti.
2) INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Aedes albopictus (“tigre asiático”) e o Aedes aegypti (“pernilongo-rajado”) são mosquitos que transmitem as doenças: Dengue, a Febre Amarela Urbana, a Zika (incluindo a síndrome de Guillain Barré e a Microcefalia) e a Chikungunya. Aqui no Estado do Rio de Janeiro, o Aedes albopictus (na foto ao lado vista ao microscópio) é predominantemente encontrado nas áreas com maior cobertura vegetal, enquanto que nas áreas urbanizadas (comunidades), é mais abundante o Aedes aegypti (Aedes = “desagradável” + aegypti = “que vem do Egito” // o que daria = "o indesejável do Egito").
Estes insetos são típicos de regiões de clima tropical e subtropical (com calor e chuvas); teoricamente não conseguiam viver em regiões frias, porém, algumas espécies recentemente se adaptaram a este fato. Em 2012, após vários estudos, verificou-se que estes mosquitos estão "resistentes" a quase todos os tipos de inseticidas vendidos no comércio.
São de tamanho pequeno, em média, de 0,5 a 0,7 cm de comprimento.
Possui cor de café ou preta com manchas (riscos) brancos no dorso, pernas e cabeça.
O ruído deste mosquito é muito baixo, sendo que o ser humano quase não consegue ouvir.
Alimentação: o mosquito alimenta-se de néctar, seiva de plantas, frutas ou outros vegetais adocicados. O mosquito ♀ alimenta-se também como o macho, porém é hematófaga (alimenta-se de sangue animal, principalmente humano). A fêmea precisa de Albumina (substância presente no sangue) para completar o processo de amadurecimento de seus ovos. O mosquito ♀ transmite a doença, mas não sofre seus efeitos.
No momento que está retirando o sangue, a fêmea contaminada transmite um dos quatro tipos de vírus da dengue [Den-1; Den-2; Den-3 ou o Den-4] e/ou os vírus Zika e Chik para o ser humano. Na picada, ela aplica uma substância anestésica, fazendo com que não haja dor na picada.
As fêmeas costumam picar o ser humano na parte da manhã ou no final da tarde, nos pés, tornozelos e pernas, mesmo através da roupa. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura média de meio metro do solo. Um único mosquito ♀ desses em toda a sua vida (45 dias em média) pode contaminar até 300 pessoas.
A fêmea deposita seus ovos em locais com água parada (limpa ou pouco poluída). Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o Aedes aegypti praticamente não consegue se reproduzir.

Além do Aedes aegypti que é um mosquito urbano, transmissor da Febre Amarela urbana, da Dengue, do Zika Vírus, da Chikungunya, da Filariose (Filaráse ou Elefantíase) e a Encefalite, temos outros tipos de Aedes:
*Aedes africanus - mosquito que vive nas matas e ataca os macacos. É vetor da Febre Amarela silvestre.
*Aedes pseudoscutellaris - espécie das ilhas do Pacífico. É o vetor da Filariose ou Elefantíase.
*Aedes canadensis - espécie Norte Americana. Vetor da Encefalite equina.
*Aedes togoi - espécie do Japão. Vetor da Filariose ou Elefantíase.

Como é o Ciclo do Mosquito ♀?
O ciclo do Aedes aegypti  e dos demais Aedes (citados anteriormente) é composto pelas fases:
OVO, LARVA, PUPA e MOSQUITO adulto. Na fase de acasalamento (com o macho), em que as fêmeas precisam de sangue (Albumina) para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença. O seu controle é difícil, por existirem muitos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação (período de incubação: varia de 3 a 15 dias, mas tem como média de 5 a 6 dias).
Na água, os OVOS desenvolvem-se rapidamente em LARVAS  que dão origem às PUPAS, das quais surge o MOSQUITO adulto.
Um OVO de Aedes aegypti pode sobreviver em ambiente seco por aproximadamente 400 dias. Se neste período o OVO entrar em contato com água, poderá gerar uma LARVA e, em seguida, o mosquito.
Os OVOS medem 1 mm de comprimento e são brancos quando depositados na superfície da água pela fêmea, mas tornam-se negros brilhantes depois de algumas horas, desenvolvendo-se em água parada, limpa ou suja, viram LARVAS em aproximadamente 48 horas.
As LARVAS [foto abaixo ao microscópio] alimentam-se de substâncias orgânicas, bactérias, fungos e protozoários existentes na água com temperatura favorável para o seu desenvolvimento, entre 25 a 30ºC. Abaixo e acima destas temperaturas o Aedes diminui sua atividade. Acima de 42ºC e abaixo de 5ºC ele morre. A duração desta fase larval, em condições favoráveis de temperatura e boa alimentação, pode chegar a 10 dias, podendo se prolongar. É sensível a movimentos bruscos na água, movimenta-se em forma de serpente, como um "S" e com rapidez, refugia-se no fundo do recipiente.
As PUPAS não se alimentam nesta fase, quando ocorre a metamorfose do estágio larval para o adulto (mosquito). Quando inativas, as PUPAS se mantêm na superfície da água, flutuando e geralmente de cabeça para baixo, com seu par de tubos expiratórios (trompas ou trompetas) em forma de "Y", que atravessam a água e permitem a respiração da PUPA. Este estado pupal dura, geralmente, de 2 a 3 dias. Raramente é afetada pela ação de larvicidas.
A PUPA tem 2 partes básicas: o cefalotórax (cabeça e o tórax unidos) e o abdômen (vista de lado, tem aparência de uma vírgula).

O que é DENGUE?
O termo Dengue é derivado da frase swahili "ki dengu pepo", que descreve os ataques causados por maus espíritos e, inicialmente, usado para descrever enfermidade que acometeu ingleses durante a epidemia, que afetou as Índias Ocidentais Espanholas em 1927 a 1928.
O swahili é o idioma falado no Quênia, Tanzânia, Uganda, República Democrática do Congo. Áreas urbanas do Burundi e Ruanda, no sul da Somália até ao norte de Moçambique, na Zâmbia e no sul da Etiópia. Comunidades em Madagáscar e Comores (na região da África oriental).
A Dengue é uma doença febril aguda, é uma virose, ou seja, uma doença causada por vírus, transmitido para as pessoas através da picada da fêmea contaminada do mosquito Aedes aegypti
A doença pode se manifestar das seguintes formas: a Dengue Clássica (DC) e a Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) ou Síndrome do Choque da Dengue (SCD).
Dengue Clássica (DC): com sintomas mais brandos, a pessoa doente tem febre alta, dores de cabeça (cefaleia), atrás dos olhos e nas costas. A febre começa a ceder a partir do 5° dia e os sintomas, a partir do 10° dia. Neste caso, dificilmente acontecem complicações, porém alguns doentes podem apresentar hemorragias leves na boca e nariz.
Dengue Hemorrágica (FHD) (geralmente quando a pessoa pega a doença pela 2ª vez): neste caso manifesta-se de forma mais grave. Nos primeiros 5 dias os sintomas são semelhantes ao do tipo clássico. Porém, a partir do 5° dia, alguns doentes podem apresentar hemorragias em vários órgãos e choque circulatório. Pode ocorrer também vômitos, tontura, dificuldades de respiração, dores abdominais intensas e contínuas e presença de sangue nas fezes. Não havendo tratamento médico adequado, o paciente pode falecer, com a Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e/ou a Síndrome de Choque da Dengue (SCD).
Quais as características dos Vírus (1, 2, 3 e 4) da Dengue?
Integrante da família dos Flavivírus e classificado como um arbovírus (transmitido por insetos e artrópodes), o vírus da dengue é composto por uma fita única de ácido  ribonucleico (RNA), revestida por um envelope de proteína (em formato icosaédrico).
Divide-se em 4 tipos (ou 4 sorotipos): Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4. Todos estes podem causar tanto a forma clássica da doença quanto a dengue hemorrágico (FHD). Contudo, o Den-3 parece ser o tipo mais virulento, isto é, o que causa formas mais graves da moléstia, seguido pelo Den-2, Den-4 e Den-1. A virulência é diretamente proporcional à intensidade com que o vírus se multiplica no corpo. O tipo 1 é o mais explosivo dos quatro, ou seja, causa grandes epidemias em curto prazo e alcança milhares de pessoas rapidamente.
O ciclo de transmissão do vírus da dengue começa quando o mosquito ♀ pica uma pessoa infectada. Dentro do Aedes aegypti ♀, o vírus multiplica-se no intestino médio do inseto e, com o tempo, passa para outros órgãos, chegando finalmente às glândulas salivares, de onde sairá para a corrente sanguínea da pessoa que sofreu a picadura.
Assim que penetra na corrente sanguínea da pessoa, o vírus se multiplica em órgãos específicos (no baço, no fígado e nos tecidos linfáticos). Esse período é conhecido como incubação e dura de 4 a 7 dias. Depois o vírus volta a circular na corrente sanguínea e aí, ocorrem os sintomas.
O vírus também se replica nas células sanguíneas e atinge a medula óssea, comprometendo a produção de plaquetas ou trombócitos (cél. do sangue, fundamental para os processos de coagulação). Durante sua multiplicação, formam-se substâncias que agridem as paredes dos vasos sanguíneos, provocando uma perda de líquido (plasma). Quando isto ocorre rapidamente, aliado à diminuição de plaquetas ou trombócitos, ocorrem distúrbios no sistema circulatório, como hemorragias e queda da pressão arterial (choque) - este é o quadro da dengue hemorrágico (FHD).

Por que não se deve tomar medicamentos anti-inflamatórios e nem à base de Ácido acetilsalicílico (C9H8O4)?
Os doentes não podem tomar analgésicos ou antitérmicos com base de C9H8O4 = ácido acetilsalicílico (Aspirina, AAS, Melhoral, Doril, Bufferin, Voltaren, Cataflan, Aspegic, Dolviran, Alka-Seltzer, etc...), pois estes favorecem o desenvolvimento de hemorragias no organismo, abaixando drasticamente o número de plaquetas ou trombócitos sanguíneos.
No caso mais grave da doença, a hemorrágica (FHD), deve haver um rigoroso acompanhamento médico em função de agravamento com perdas de sangue e choque circulatório. Com indicação médica você poderá tomar medicamentos com dipirona (C13H16N3NaO4S) ou paracetamol (C8H9NO2).

Origem etimológica e geográfica do Aedes aegypti.

Conforme falamos em nossas recentes aulas de Biologia, segue a explicação da origem do mosquito Aedes aegypti, como ele chegou ao Brasil, qual a origem etimológica do Nome científico, cujo Gênero vem do grego “odioso”, “desagradável”, e o termo específico do latim, “do Egito”, na África, e veio se espalhando pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século XVI, inicialmente por meio de navios que traficavam escravos (nas moringas com água nos porões desses navios, onde o mosquito já havia colocado seus ovos...). O vetor (mosquito) foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, mas o seu nome definitivo, Aedes aegypti, só seria estabelecido em 1818.
No Brasil, os primeiros relatos de Dengue datam do final do século XIX, em Curitiba, no Paraná, e do início do século XX, em Niterói, no Rio de Janeiro. No início de século XX, o mosquito já era um problema, mas não por conta da Dengue: na época, a principal preocupação era a transmissão da Febre Amarela urbana. Em 1955, o Brasil erradicou o Aedes aegypti como resultado de medidas para controle da doença. No entanto, no final da década de 1960 (em 1967), foi verificado que o vetor estava presente novamente em território nacional. Hoje, o mosquito é encontrado em todos os estados brasileiros.

O ovo, a larva e a pupa do Aedes aegypti.

O pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Rafael Freitas fala do inseto Aedes aegypti, responsável pela transmissão da Dengue e da Febre Amarela, do ponto de vista da saúde pública. Nessas doenças existem três componentes básicos: o mosquito, o vírus e o homem, sendo o mosquito o mais fácil de ser controlado.
As três fases muito diferentes de vida do inseto: o ovo, a fase aquática (com as etapas de larva e pupa) e a fase adulta, em que o mosquito chega a sua forma alada.
A importância da temperatura que pode acelerar o tempo de desenvolvimento do mosquito.
O biólogo Gabriel Sylvestre explica que o Aedes aegypti vive aproximadamente 30 dias em condições normais e que, durante este período, precisa se alimentar. No caso das fêmeas, a alimentação com sangue é necessária como parte do processo de maturação dos ovos (depende da Albumina, conforme dissemos em nossas aulas de Biologia). A cada picada (ou picadura), a fêmea pode sugar até 2 X seu peso em sangue.
O processo de inoculação dos vírus da dengue (den 1, 2, 3 ou 4), que pode acontecer durante a picada, também é explicado durante o módulo.

Criadouros e hábitos do Aedes aegypti.

O pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) José Bento Pereira Lima mostra no laboratório, a importância de se eliminar os criadouros de Aedes aegypti: em apenas 10 minutos de contato com a água, ovos do mosquito (que podem ter sido colocados até 1 ano atrás) eclodem dando origem a uma larva em apenas 10 minutos.
O pesquisador do IOC Ademir Martins fala sobre nossa atitude frente a cada tipo de criadouro e mostra quais devem ser tratados, vedados ou eliminados.
A bióloga Gabriela Garcia mostra os criadouros em ambiente doméstico (vasos de plantas, lixeiras e calhas que acumulam água limpa e parada) e como evitá-los.
A arquiteta e especialista em conforto ambiental para insetos da Fiocruz Márcia Adegas mostra como interferir estrategicamente em ambientes domésticos, apresentando soluções práticas para evitar a proliferação de criadouros, mostrando a construção correta de um caimento de água de um ralo e como utilizar uma tela mosquiteiro para evitar focos do mosquito em ralos e canaletas.
A bióloga Priscila Medeiros sinaliza os locais preferenciais de repouso do Aedes dentro do ambiente doméstico (nichos de móveis, cortinas, estantes e o vão embaixo da mesa).
Abordando o tema ‘Voo e dispersão’, o biólogo Luiz Paulo Brito explica que o Aedes aegypti vive em ambientes vinculados ao homem, relacionando seu deslocamento principalmente à alimentação e à postura de ovos.

Resistência a inseticidas e controle bioquímico do Aedes aegypti.

Os principais controles do vetor Aedes aegypti – mecânico, biológico e químico – são mostrados pela bióloga Luana Farnesi que, com base na biologia do mosquito, destaca a fase mais fácil de controle - a aquática - quando as larvas e pupas do mosquito estão restritas a recipientes confinados, antes da forma de mosquito alado.
A pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Denise Valle lembra que, quando falamos de controle químico, relacionado ao uso de inseticidas, a primeira coisa que vem à cabeça é o fumacê. No entanto, ela destaca dois fatores importantes sobre o assunto: o primeiro é que devemos entender o uso de inseticida como medida complementar de controle do vetor da Dengue; e o segundo, que o fumacê é o controle de mosquitos adultos. Denise explica que os principais inseticidas usados no controle de Aedes são os chamados neurotóxicos (capazes de atuar no sistema nervoso dos insetos). No Brasil, este uso foi intensificado a partir de 1986, com as epidemias de Dengue. No final da década de 90, os agentes de saúde começaram a perceber que os inseticidas não estavam funcionando no campo, o que alertou o Ministério da Saúde para a possibilidade de que a característica de resistência aos inseticidas estivesse se disseminando pelas populações do vetor no país.
A especialista explica que a resistência é a habilidade que um inseto tem de sobreviver a uma dose de inseticida que é considerada letal para uma população suscetível. O inseticida não torna a população resistente: a resistência tem uma base genética, apenas selecionando na população, aqueles indivíduos que já nasceram resistentes. Ela apresenta os resultados de experimentos e faz uma alerta: “O controle químico quando usado de forma indiscriminada elimina da população apenas os indivíduos suscetíveis, permitindo a perpetuação dos resistentes. Por outro lado, se o controle mecânico for usado como a principal forma de combate, os mosquitos resistentes não serão selecionados e a população permanecerá vulnerável à ação do controle químico quando ele for necessário, como medida complementar e de forma racional”.


Os 4 tipos de Vírus da Dengue.

O pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Marcos Sorgine fala sobre os 4 sorotipos do vírus da Dengue, comentando suas principais semelhanças e diferenças. Ele fala sobre a reação dos anticorpos aos sorotipos e desmistifica a relação entre o sorotipo e a gravidade da doença.
Para isso, aborda a questão dos genótipos do vírus e destaca que, no que se refere ao agravamento do paciente, tão importante quanto o genótipo viral, são os fatores relacionados ao próprio indivíduo. O ciclo de transmissão da doença também é apresentado, esclarecendo sobre a relação entre mosquito infectado (com o vírus) e mosquito infectivo (capaz de transmitir o vírus).

Mitos e verdades sobre a Dengue.

O pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ademir Martins comenta sobre o Cravo da Índia, uso de vitaminas e consumo de alho e outros mitos relacionados ao combate do Aedes aegypti.
Ele faz um alerta para o perigo de fórmulas que circulam na internet e garantem repelir o mosquito transmissor da Dengue. Comenta sobre o uso de repelentes, lembrando que essa é uma medida individual de proteção e destaca os cuidados que devem ser tomados. Diferencia - repelente de inseticida.

Armadilhas de captura do Aedes aegypti.

A pesquisadora do IOC Denise Valle esclarece o equívoco de considerar que armadilhas de captura de Aedes poderiam servir como forma de controle do mosquito. Ela menciona que essas armadilhas são utilizadas oficialmente para monitorar populações de mosquitos em determinada área, enquanto o controle deve ser feito pelo cidadão, checando semanalmente criadouros em suas residências. A especialista alerta para o fato de que as armadilhas caseiras podem virar verdadeiros focos do mosquito, uma vez que a pessoa esqueça de ter os cuidados necessários. “E ai o feitiço vira contra o feiticeiro. O que você pensava que podia te livrar dos mosquitos, ou te ajudar a controlá-los, pode virar mais um foco de proliferação de Aedes aegypti”. Ela apresenta os diferentes tipos de armadilhas e suas funcionalidades.



Alternativas recentes (2016) de controle do vetor da Dengue

A pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Denise Valle apresenta recentes (de 2013 a 2016) alternativas de combate e controle da Dengue, como o desenvolvimento de vacinas, de novos inseticidas e de alternativas inovadoras de controle do vetor da doença.
O pesquisador da Fiocruz Minas Luciano Moreira fala sobre a iniciativa ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’, iniciada na Austrália e originada de um programa multidisciplinar envolvendo vários países.
O projeto usa a bactéria Wolbachia, encontrada na natureza em cerca de até 70 % dos insetos do planeta (por exemplo: na "mosca das frutas" = Drosophila melanogaster), como forma de controle natural e autossustentável da Dengue: quando inserida no Aedes aegypti, ela bloqueia a transmissão do vírus.
O pesquisador da Universidade Federal de Sergipe Sócrates Cavalcanti explica a iniciativa de busca de novos agentes larvicidas para o controle da Dengue.
Tudo começa a partir de situações em que é difícil evitar o acúmulo de água parada, como em condições de abastecimento irregular de água encanada, em que o armazenamento em reservatórios se faz necessário. O estudo sob sua coordenação, busca identificar formas de garantir que os produtos larvicidas sejam liberados lentamente, prolongando sua ação, evitando, assim, que esses reservatórios se tornem criadouros do Aedes.

O ALPHAVÍRUS (CHIKV) da febre CHIKUNGUNYA:



A febre Chikungunya é uma doença causada por um vírus (CHIKV) do grupo Arbovírus do gênero Alphavirus (Togaviridae) (foto ao lado) transmitida por mosquitos do tipo Aedes aegypti e o Aedes albopictus os mesmos da Dengue e da Febre Amarela. Em português podemos falar Chicungunha ou Catolotolo, cujo nome é originado do idioma oficial da Tanzânia e significa "ficar alquebrado" - derivação do verbo kutolojoka em Angola.
O período de incubação do Alphavírus é de 4 a 7 dias.
Os sintomas são febre alta, dor muscular e nas articulações, dor de cabeça e exantema, costumam durar de 3 a 10 dias, e sua letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue.
Em 2010, o Brasil registrou três casos contraídos no exterior da doença, o Ministério da Saúde passou a acompanhar e monitorar continuamente a situação do VÍRUS (CHIKV) causador da febre Chikungunya
Até o momento (2015), não existe tratamento específico para portadores da febre Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (anti-inflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetilsalicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia (como já expliquei em aula). Recomenda-se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.

Até Setembro de 2014, o Ministério da Saúde confirmou, por meio de exames laboratoriais, 79 casos de febre Chikungunya no Brasil. Deste total, 38 são de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa. Os outros 41 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Desses casos, chamados de autóctones, oito foram registrados no município de Oiapoque (AP) e 33 no município de Feira de Santana (BA).
O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais de Saúde do Amapá e da Bahia, intensificaram as medidas de prevenção e identificação de casos nestas regiões. O órgão também elaborou um plano nacional de contingência da doença, que tem como metas a intensificação das atividades de vigilância; a preparação de resposta da rede de saúde; o treinamento de profissionais; a divulgação de medidas às secretarias e a preparação de laboratórios de referência para diagnósticos da doença.
Para evitar a transmissão do vírus é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As recomendações são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa-d’água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outros cuidados.

21 de mar de 2016

Em ARRAIAL do CABO ...

06/02/2015 12h50 - Atualizado em 06/02/2015 16h53

O Destino de Changri-lá: resgatando uma história da Segunda Guerra

Filme vai relembrar a maior tragédia da pesca no litoral do estado.

Rebeca Nascimento e Anna Paula Di Cicco
Apenas em 2001 o naufrágio do barco pelo submarino alemão foi confirmado (Foto: Divulgação)Apenas em 2001 o naufrágio do barco pelo submarino alemão foi confirmado (Foto: Divulgação)
Um caso recontado após 72 anos. Mais do que a produção de um longa, o documentário ficcional "O Destino de Changri-lá", é a reconstituição de um fato que marcou a população de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio. Na segunda matéria da série de cinco publicações do G1 que leva o nome do filme, vamos abordar o resgate da história do barco pesqueiro, afundado durante a Segunda Guerra. Um trabalho não tão simples, já que os registros eram imprecisos.
Flávio Cândido, cineasta que idealizou o projeto do longa, explica que as informações  mais acessíveis estavam na internet mas que a história dos pescadores e de seus descendentes estava em Arraial do Cabo. Logo no início do projeto, ele encontrou Paulo Silva e Elísio Gomes. Paulo liderou a recuperação dos fatos. "Sem o Paulo Silva, que esteve junto ao projeto todo esse tempo, esse filme não exisitiria. Ele me inundou de documentos e de vontade", conta Flávio. O outro contato foi Elísio Gomes, historiador que desvendou o mistério do naufrágio e pediu a reabertura do processo junto à Marinha.
Em meio a estudos, Elísio Gomes desvendou o mistério do naufrágio (Foto: Alessandra Rezende)Em meio a estudos, Elísio Gomes desvendou o
mistério do naufrágio (Foto: Alessandra Rezende)
Histórias cruzadas
O resgate da história começou quando, há alguns anos, um historiador encontrou informações que se completaram e pediu a reabertura do caso de um pequeno barco desaparecido no litoral fluminense. Elísio Gomes, especialista em naufrágios, descobriu o caso nos anos 1990. Na época, quando ainda era pesquisador autodidata, ele também tinha conhecimento de um submarino que havia afundado uma pequena embarcação não identificada no litoral.
"Pesquisando sobre os anuários do tribunal marítimo achei o processo de Changri-lá, arquivado por falta de provas. Eu cruzei as informações com a história do submarino U-199 e constatei que era a mesma história", conta o pesquisador. Ele explica o possível motivo do caso não ter seguido. "Acredito que, como era uma embarcação pequena, faltou um pouco de interesse do tribunal da Marinha na época. Mas foi feito um inquérito e existiam provas que poderiam ter dado continuidade".
O inquérito pós-guerra dos tripulantes do submarino alemão revelou as provas que faltavam para a conclusão do caso, incerto aos olhos da Marinha. Após ser abatido, 12 homens sobreviveram. Em depoimento eles confessaram o abatimento de "uma embarcação pequena e de carga". "O capitão comandava o maior submarino enviado, de 1.200 toneladas. Eram homens ávidos por fazerem o maior número de vítimas. Não havia nenhuma necessidade de ataque de um barco pesqueiro", explica Elísio Gomes. "Eles assassinaram, foi um crime". O U-199 nunca foi encontrado após seu abatimento.
A família Changri-lá
Descendente dos primeiros portugueses que viveram em Arraial e filho de uma das "viúvas de Changri-lá", Paulo Silva conta com pesar o que foi um fator para desencadear o acidente: um decreto que fez dos pescadores auxiliares das forças navais. O grupo deveria registrar e notificar sobre tudo que acontecesse no litoral. "Eles circulavam livremente no período de guerra e, de acordo com o decreto, deviam ajudar na defesa das águas brasileiras. Mas com o que? Remos?", ele questiona, indignado. Paulo explica que houve uma grande proximidade entre o barco e o submarino. "Foram rajadas de metralhadoras e cinco tiros de canhões (que abateram o barco)".
Filho de uma "viúva do Changri-lá", Paulo Silva foi o principal agente de resgate da história para o filme (Foto: Alessandra Rezende)Filho de uma "viúva do Changri-lá", Paulo Silva foi o
principal agente de resgate da história para o filme
(Foto: Alessandra Rezende)
Silva, que tinha contato íntimo com as famílias, foi quem apresentou a a história em detalhes para o cineasta. "Levei o Flávio para conhecer filhos de pescadores, que atestaram que os pais pescaram lado a lado com os submarinos a vista". Ele fala também da situação das famílias das vítimas. "Foram seis famílias cabistas afetadas. A esposa e mãe de duas vítimas morreu em estado vegetativo, ficou louca após saber do que tinha acontecido". O filho tinha apenas 16 anos na época.
Sem comunicações, o destino do barco não podia ser conhecido. Sem notícias de Changri-lá, o dono da embarcação começou a ficar preocupado. "Ele ia todos os dias saber sobre a volta. Outros barcos retornaram e os familiares ficaram apreensivos". Foi ele que fez o boletim de ocorrência que originou o registro do caso na justiça, até mesmo porque apenas poucos deles tinham documentos de nascimento", explica Paulo. "Minha mãe foi consultar uma vidente, que disse que ela e todas as outras esposas podiam vestir luto". Em menos de 15 dias depois um pedaço do barco chegou à orla", conta.
O senhor de 64 anos conta com pesar que todas as viúvas, exceto sua mãe, morreram antes de saber o que realmente havia acontecido com seus esposos, já que o processo só foi reativado em 2001. "Em 2004 a Marinha fez uma grande homenagem e elevou os pescadores a título de heróis de guerra", ele conta. Mesmo com esse reconhecimento, ainda existe luta para que os descendentes recebam algum tipo de indenização.
Registro mostra idade de um dos pescadores mortos: apenas 16 anos (Foto: Alessandra Rezende)Registro mostra idade de um dos pescadores mortos: apenas 16 anos (Foto: Alessandra Rezende)

11 de jan de 2016

ÓBITOS e DESAPARECIDOS na enchente e deslizamentos em Nova Friburgo - Jan./2011:

LISTA dos 489 ÓBITOS na ENCHENTE e DESLIZAMENTOS (ou por CONSEQUÊNCIA da TRAGÉDIA) de NOVA FRIBURGO/RJ em Janeiro/2011. Lista atualizada em 12/7/2011 às 09h:30min (Fonte: IML/MP/jat) - Até a data desta atualização, 25 corpos não identificados foram sepultados e estão com materiais colhidos (digitais, foto/arcada dentária e DNA armazenado), para posterior reconhecimento (apenas 2 destes últimos aqui citados, foram reconhecidos posteriormente). Destes óbitos, 66 corpos são de alunos da rede municipal de ensino.
Dia 20/5/2011 - 6ª-feira, uma ossada foi encontrada em meio a escombros na terra e entulhos, na Rua João Francisco Brantes, no Loteamento Solares 1, durante um serviço de terraplanagem. No mesmo final de semana, outro corpo (ossada) foi localizado por moradores do bairro Córrego Dantas, na Rua Luiz Schottz.

Nome da vítima e Nº de identificação da urna:
ADALBERTO PAULO ESPINDOLA 182
ADALTO DA SILVA 243
ADELAIDE SOARES DE SOUZA 258
ADENOR HENRIQUE COIMBRA DA SILVA 321
ADIB JORGE 173
ADILSON DA SILVA MOREIRA 110
ADRIAN EDUARDO GARCIA DE OLIVEIRA 528
ADRIANA BALONECKER CIRINO COELHO 32 anos - 522/11
ADRIANA DA SILVA 30 anos - 369/11
ADRIANO DA SILVA VEIGA 247
ADRIANO JOSE MONTEIRO 30 anos - 388/11
ALAN CUNHA RIBEIRO 113
ALDINA THEREZA SPEZANI 13 D.O. 15324851-3
ALEFF CIRINO COELHO 14 anos - 513/11
ALESSANDRO GRAVINO SOARES 45
ALESSANDRO JUNIOR BOTELHO FERREIRA 160
ALINE DUARTE LIMA 525 (sobrinha de minha funcionária Sirlene Duarte dos Santos).
ALISON CUNHA RIBEIRO 114
ALZENIR OUVERNEY GONÇALVES 235
ALZENIRA PAULINA 23 D.O. 15335776-2
AMANDA DE MIRANDA CARVALHO 24 anos - 337/11 - L.IFP 929/11
AMANDA QUEIROZ DA SILVA 164
AMARILDO OLIVEIRA DA SILVA 287
AMARILZA APARECIDA RIBEIRO SCHINAIDER 68
ANA BEATRIZ MACEDO GOMES MAIA 282
ANA CASSIA RIBEIRO DOS SANTOS 234
ANA CLARA HERDI 512
ANA CLARA PEDRO MINEIRO DA SILVA 10 anos - 081/11 - L.IFP 561/11
ANA DE FÁTIMA OLIVEIRA 100
ANA JULIA SILVA CARDOSO 46 D.O. 15363087-6
ANA LARA MACEDO GOMES MAIA 278
ANA LUISA LIMA DOMINGOS 105
ANA MARIA DE OLIVEIRA CARNEIRO 20 anos - GRC 001/11
ANDELIRA GONÇALVES 108
ANDERSON FLORES MARTINS 20 D.O.15335789-4
ANDREA GOMES DA SILVA 146
ANDREA MARIA PEREIRA BARBOZA 51
ANDREIA MARTINS SANCHO LOPES 267
ANDRELINA GOMES TEIXEIRA 60 D.O. 16029663-3
ANELMA MONTEIRO DE SOUZA 30 anos - 365/11
ANGELA MARIA CÂMARA COIMBRA 50 anos - 333/11 - L.IFP 1499/11
ANGELA MARIA RODRIGUES 16
ANGELA OLIVEIRA ADAMI 179
ANNA FERREIRA QUINCALHA 295
ANSELMO ASSUNÇÃO ALBERTINE 12
ANTENOR (ADENOR) HENRIQUE DA SILVA COIMBRA 9 anos - 321/11
ANTONIO CARLOS PEREIRA DA SILVA 284
ANTONIO GOMES DA SILVA 147
ANTONIO MARCOS LOUREIRO 271
ANTÔNIO PAULO SANTOS NUNES FERREIRA - 356/11 - L.IFP 939/11
ANTONIO SPEZANI 11 D.O.15324846-7
ARCELINO ROSA DE FREITAS 196
ARGEMIRO DE OLIVEIRA 189
ARILTON PEREIRA DE SOUZA 153
ARLINDO SANTOS COELHO 223
ARLETE COSTA DA SILVA 63 anos - 346/11 - L.IFP Nº 946/11 POS
ARNALDO COSTA 230
ARTELINO DERMIHU 523
ARTHUR GABRIEL RODRIGUES DERMILU 502
ASSIS CARLOS FAGUNDES (emitido em 09/2012)
ATAIDE MAXIMIANO DA SILVA 35  D.O. 1602958-3
AZAFE BATALINE LEITE 47 D.O. 15363077-9
BEATRICI MONNERAT VILATI 257
BEATRIZ FERNANDES SILVA 122
BENEDITO UBERLAN DE ANDRADE 194
BERNARDO SANCHO LOPES MOLIARI 326
BERNADETE PEDRETTI GONÇALVES 42 anos - 375/11
BRUNA DA SILVA VELOSO CARDINOT 40
CAIO DOS SANTOS OLIVEIRA 233
CAIO MARTINS DE ARAUJO 202
CAMILA FERREIRA ALVES 77
CAMILDA FREZE DE SOUZA 248
CARL REINHARD KOHLER 72 anos - 237/11
CARLOS ALBERTO DE CARVALHO ESTEVES 60 anos - 378/11
CARLOS DANIEL MENDES FARIA 70
CARLOS HENRIQUE 59
CARLOS ORLANDO ANDRADE DA SILVA 41 anos - 386/11
CAROLINA GUERRA E SILVA 178
CAROLYNE RODRIGUES SILVA 44 D.O. 15363101-5
CLARISSA BATISTA DE SOUZA 101
CLAUDIA GIOVANA CUNHA DE LIMA 112
CLAYVER GONÇALVES LOPES 158
CLEDIR ROSA DA SILVA 66 anos - 339/11
CRISTIAN SIPRIANO 511
CRISTIANE LOPES MARTINS DE ARAUJO 177
DALVA DA SILVA RAIMUNDO 72
DANIEL 204
DANIELA RIBEIRO 75
DANILO SOARES DA SILVA 241
DAVID SOARES DA SILVA VALENTIM 240
DEJACO DE CASTRO 15 D.O. 15324854-8
DEJAIR DE SOUZA OLIVEIRA 67 anos - 269/11
DELIZIA PACHECO PIRES AMARAL 49 anos - 390/11 -1275/11 SCT
DIONEIA HERDI LAGOA 34 anos 117
DJON LIAS VAZ DA SILVA 264
DJOHN HERBERT NOVAES RODRIGUES SANTOS 109
DOMINIQUE FERREIRA DA SILVA 227
EDIVALDO DE SOUZA 58
EDNEIA CLAIN TEIXEIRA 74
EDUARDO CARDOSO DA CUNHA 316
EDUARDO DE OLIVEIRA 33 anos - 297/11 - 2692/11 POS
EDUARDO GUEDES DA CUNHA 310
ELAINE 169
ELAINE MACEDO GOMES 277
ELENILTO GRATIVOL 276
ELIANA FIGUEIRÓ 9
ELIANETE RODRIGUES DA CONCEIÇÃO 505
ELISANGELA PAULINA 22
ELIZANGELA DA SILVA DOS SANTOS 26 anos - 262
ELOISA VEIGA ANGOTT 517
ELSON ANDRADE 252
EMANUEL PEDRETTI DOS SANTOS 16 anos - 376/11
ENZO JORGE DOS SANTOS 246
ERIK RANGEL DUARTE 3 anos - 373/11
ERNANDES SCHUENK 520
ERNANI MACHADO BOTELHO 53
EROTIDES GUERRA E SILVA 180 - L.IFP 419/11
EROZITA FERREIRA CABRAL 515
ESTER BELO DE FREITAS 244
EULANDA ROCHA 111
EVA BERNARDINA DA SILVA SANTOS 176
EVANDO SCHINAIDER 67
EVELYN RANGEL DUARTE 5 anos - 372/11
FABIANA MORAES PINTO 61
FABIO DE LIMA SILVA 514
FELIPE MIRANDA GRIPP 190
FELIPE VELLOSO PALADINO 306
FERNANDA GIRÃO DE LIMA SILVA 145
FERNANDA MORAES PINTO 62
FLAVIO DE OLIVEIRA NASCIMENTO 317
FLAVIO VANDERSON RODRIGUES DE FREITAS 99 (Cabo do C. Bombeiros)
FRANCIELLY CIRINO COELHO 16 anos - 518/11 - L.IFP 726/11
FRANCISCO DE ASSIS AMORIM 197
FRANCISCO SOARES ARAUJO 17
FRANÇOIS FERREIRA DA SILVA 226
FREDERICO ANDERSON METTE 131
GABRIEL DA SILVEIRA SILVA 294
GABRIEL FAGUNDES CABRAL 501
GABRIEL HUBACK GUARILHA MORAIS 1 ano - 285/11
GABRIEL JORINDO LEAL 183
GEISA QUINTANILHA ESTEVAN 43 anos (esposa do 1° Sg. C. Bombeiros Joilton Estevan Lima)
GELSON DA SILVA 167
GENTIL EMILIO SCHUENCK 54 D.O. 16029621-8
GEORGINA DE AZEVEDO 27
GILBERTO SALLES MORAES 531
GILMAR SILVA DE OLIVEIRA 312
GILSON KNUST GOMES 134
GLAUCIA RODRIGUES GUZZO 65 D.O. 15363078-7
GRACELINA RODRIGUES DA SILVA 304
GRAZIELE DA ROSA 209
GRIMALDO MATTOS DA SILVA 219
GUILHERME DA SILVA ARAUJO 80
GUILHERME MASCARENHAS BARROSO 274
GUSTAVO CHARRET CORREA 307
GUSTAVO MASCARENHAS BARROSO 273
GUSTAVO RIMES 5 anos - VERIFICANDO Nº DE ÓBITO
GUSTAVO RODRIGUES FRANCISCO 5 anos (emitido em 09/2012)
HELDAI ARAUJO RAMOS DA SILVA 201
HELENA MASCARENHAS 242
HERMES ANTONIO REIS MONNERAT 255
HUGO ANDRÉ AMARAL 8 anos
HUGO AMARAL 78 anos - 385/11
INGRID FROTA
IOLANDA GUARILHA DE SOUZA CAMARA 10
IRIS RODRIGUES DA SILVA 220
ISAÍAS DA SILVA MARQUES (??) 10 anos
ISIDORO CAMERA WERMELLINGER 7 D.O. 15363102-3
ISMAELITA MASCARENHAS 272
ISRAEL BEZERRA RIBEIRO 115
ISRAEL PEIXOTO DE MELLO 318
ITAMAR JARBAS MARQUES JUNIOR 17 anos - 152/11 - L.IFP 583/11
IVAN DEOLINDO DA SILVA 65 anos - 349/11
IVETE DE SOUZA 218
JACILEIDE SANTOS FERREIRA 103
JANDER SILVA PALADINO 300
JEFERSON BOTELHO FERREIRA 159
JEFERSON MIRANDA DE SOUZA 98
JEISA QUINTANILHA 165
JEISE LOPES 130
JENIFER CABRAL SIQUEIRA 275
JENIFFER DA SILVA GOMES 31
JHENIFER ALVES PINTO 63
JILCIANE BARBOSA 50 D.O. 16029637-4
JOAO ALBERTO COSTA RAFAEL 529
JOÃO (BATISTA ?) BREDEK (ou BREDER ?) 60 anos - 377/11
JOÃO BAPTISTA CORRÊA 70 anos - 359/11
JOAO VICTOR LIMA DOMINGOS 104
JOÃO VITOR 84
JOHN LENON VAZ DA SILVA AMARAL 21 anos 263/11
JOILSON MONTEIRO DE SOUZA 261
JONAS FERNANDES COELHO 33 anos - 319/11 - L.IFP 766/11
JONES LEVI DOS SANTOS 102
JORDANI DA ROCHA OLIVEIRA 33 anos - 280/11 - L.IFP 1104/11
JORGE HERDI AZEVEDO 289
JOSÉ AMÉRICO RIBEIRO (Pol. Civil - irmão da Profa. Leda do CM.OPM)
JOSE ANTONIO DOS SANTOS AMORIM 33
JOSÉ AUGUSTO DE SOUZA BADINI 308
JOSE CLAUDIO GRIPP 191
JOSÉ DA SILVA 66 anos - 338/11 - L.IFP 966/11 (emitido em 09/2012)
JOSÉ ELIAS 91
JOSE FERNANDO TEIXEIRA DA SILVA 214
JOSÉ JUNIOR SCHUENK 124
JOSE LUIZ PERRUT 123
JOSE MESSIAS DA SILVA 228
JOSE MESSIAS QUINCALHA DA ROCHA 290
JOSIAS GELSON STORK 40 anos - VERIFICANDO N° DE ÓBITO
JOSIAS MANOEL STOFEL 40 anos - 392/11 (emitido em 09/2012)
JOSINEIA DA SILVA 90
JUDITH SOARES DA SILVA 259
JULIANA DA SILVA CABRAL 11 anos - 320/11 - L.IFP 768/11 (emitido em 09/2012) 
JULIANA LINHARES DE SOUZA 2  D.O. 15363088-4
JULIANE BARBOSA SILVA 49 D.O. 15363085-0
JULIO LOBIANCO 34
JUMAR CAIMBRA COIMBRA 236
JURACY COELHO DAMASCENO 52 D.O. 15363076-0
JUSSARA ARAUJO PIMENTEL 253
KALEBE SCHUENK SILVA 89
KAMILA ARAUJO SILVA 510
KAMILLY ROCHA FERRAZ 504
KAMILLY VICTORIA GOMES MACHADO 94
KASSIANE DA ROCHA LINHARES FRANÇA 291
KETELY GOMES MACHADO 95
LAIDE FERRAZ 163
LARISSA DA SILVA COIMBRA 5 anos - 323/11
LAURA CARDINOT DA CUNHA 205
LENY DOS REIS ADÃO 311
LEONAN DAMIÃO DE MOURA 26
LEONARDO 170
LEONARDO MARQUES FRANCO 7 anos - 363/11
LIBERALINA FREITAS LOBATO 78
LIVAIR DA SILVA MACARIO 516
LOURDES COUTINHO PERRUT 52 anos
LUCAS 171
LUCAS GUEDES ISMERIO DA SILVA 216
LUCAS PINHO FILETO 71
LUDMILA LIMA FERNANDES 37
LUIS CARLOS DA SILVA MARTINS 47 anos - 057/11
LUIS DA CONCEIÇÃO 83
LUIZ CLAUDIO 76
LUIZ COUTINHO 65 anos - 379/11 - L.IFP 1289/11
LUIZ GUILHERME GUERRA E SILVA 140
LUIZA DA CONCEIÇÃO MARTINS 530
LUIZA DE OLIVEIRA RODRIGUES 232
LURDES GOMES CASTRO DA SILVA 55
LUZIA OLIVEIRA (emitido em 09/2012)
MAICON GOMES 93
MAICON SULIVAN GOMES MARCELO 97
MANEL 137
MANOEL JOSÉ MARIA MOURA 25
MANOEL RODRIGUES FRANCO 54 anos - 362/11 - L.IFP 940/11
MANOELINA GARCIA CANTO 36 D.O. 16029582-3
MANUEL LUIS NUNES TERENCIO 208
MANUELA LACAVI 139
MARCILENE PEDRO MINEIRO 174
MARCIO FERRAZ CARDINOT 29 anos - 368/11
MARCO ANTONIO ENNES VALENTE 302
MARCOS ANTONIO FONSECA 509
MARCOS ANTONIO VERLY CONCEIÇÃO 175 (sargento do C. Bombeiros)
MARCOS JEFFERSON DE LIMA SILVA 30 anos - 213/11
MARCOS JERÔNIMO TORRES DA CRUZ 138
MARCOS KLEIN MAIA 279
MARCOS VALÉRIO PECLES BADINI 5 D.O.16025056-0
MARCOS VINICIUS DA SILVA ALVES 217 (8 anos filho de minha ex-aluna Poliany do OPM)
MARGARETH GOMES TAVARES (companheira do policial José Américo Ribeiro)
MARIA ALTINA NIEDERAUER DE OLIVEIRA 162
MARIA AUGUSTA TORRES 29 D.O. 15324852-1
MARIA CONCEIÇÃO SANTOS 224
MARIA DALVA TORRES NICOLAU 135
MARIA DE LOURDES COELHO RODRIGUES 32 D.O. 16029622-6
MARIA DE LOURDES DA CONCEIÇÃO 47 anos - 345/11 - L.IFP 953/11
MARIA DE LURDES GUZZO COSTA 229
MARIA DO CARMO NOGUEIRA BRANTES 39 D.O. 15363097-3
MARIA DO SOCORRO DA SILVA GOMES 151
MARIA ENICE DE AZEVEDO LEAL 184
MARIA EUGÊNIA 532
MARIA FATIMA CARDOSO DE OLIVEIRA 121
MARIA GENÉSIA DA SILVA CARVALHO 70 anos - 150/11
MARIA HELENA SCHUMACKER CERQUEIRA 148
MARIA IZABEL OLIVEIRA DELGADO 19
MARIA JOSÉ DA SILVA 42
MARIA JULIA STUTZ MONNERAT 256
MARIA LUCIA DE SOUZA PADILHA 524
MARIA NAZARETH MIRANDA GRIPP 192
MARIA ONEIDA BALONECKER ANDRADE 251
MARIA OTTILIA BUSSINGER NAMEN 221
MARIA RIMES DOS SANTOS 265
MARIA SOBRERA FERREIRA 225
MARIA ZELIA QUINCALHA ROCHA 141
MARIA ZULMIRA SCHUAB DA PAIXÃO 185
MARIANA VELLOZO PALADINO 327
MARILENE FRANÇA DOS SANTOS 161
MARILÚCIA OSÓRIO VELLOSO 301
MARIO FERRAZ 168
MARIO JANSEN 211
MARIO MUNIZ DE ANDRADE 120
MARLENE DO AMPARO PIRES LOPES 8 D.O.15324843-2
MARLI DE LOURDES DA SILVA 107
MATEUS CARVALHO DA CUNHA 315
MAXILENE (ou MARCILENE) PEDRO MINEIRO - 174/11 - L.IFP 698/11
MAXIMIANO MARTINS DIAS 166
MAYCK DE AZEVEDO STORCK (STOSEL) 5 anos - VERIFICANDO N° DE ÓBITO
MICHELE CONCEIÇÃO DOS SANTOS 222
MONALISA CARDINAL NUNES FERREIRA 361/11
NADIR LOPES MARTINS 286
NATALIA SANGI VIANA 132
NATALIE BALONECKER ANDRADE 18 anos - 231/11
NATALINO DELGADO 18
NATANIELE SOARES DA SILVA VALENTIM 239
NATASHA LEOPOLDO OLIVEIRA 506
NATHALIA DUARTE QUEIROZ 526 (irmã de minha ex-funcionária Sirlene Duarte dos Santos).
NAVANDA BRENDA 157
NEIDE DAIANA QUINCALHA DA ROCHA 292
NEIDINARA QUINCALHA DA ROCHA 142
NERI MARIA RODRIGUES SCHUENK 519
NEWTON BORGES 3
NICOLAS BATISTA DE SOUZA 4
NILSON GOMES BERNARDO 86
NOEL DE OLIVEIRA SILVA 87
ONEIDA MARIA GONÇALVES 143
OZÓRIO DA SILVA FILHO - N° ??? de ÓBITO (emitido em 09/2012)
PAULO CEZAR VASSALO DE AZEVEDO 266
PAULO HENRIQUE DE ARAUJO JUNIOR 203
PEDRO JULIO BRANTES 38  D.O. 15363095-7
PRISCILA SOARES PEREIRA 181
RAISSA DE OLIVEIRA CARVALHO 215
RAMIRO BORGES CARNEIRO 119
RANIERY OLIVEIRA SOUZA 193
RAPHAEL MAIA BARBOSA 64
RAYNARA MONTEIRO OLIVEIRA 7 anos - 299/11
REGINA TORRES DA CRUZ 136
REGINALDO DA CONCEIÇÃO 85
REGINALDO DOS SANTOS 188
REGINALDO SUOBODA GONÇALVES 149
REIJANE MACHADO BOTELHO 210
RENATA CARDOSO DE OLIVEIRA GUIMARÃES 73
RENATIELE GONÇALVES DE ANDRADE 16 anos - 303
RENATO ANTONIO FONTELES DE FREITAS 503
RENATO FARIAS BACHINI 35 anos - 360/11 - L.IFP 937/11
RENATO PIRES FARIA 198
RHAYNNE NOVAES SILVA 305
RHUAN JANDRE ROMITO 521
ROBERTO BAKIN 64 anos - 364/11
ROBSON DE PAULA ALMEIDA 33 anos - 379/11 - L.IFP 1585/11
ROGÉRIA CUNHA EUCLIDES 27 anos - 347/11 - L.IFP 930/11
RONALDO RODRIGUES 36 anos - 082/11 - L.IFP 720/11 (emitido em 09/2012)
ROSA MARIA FERREIRA DE OLIVERA 245
ROSANGELA COIMBRA DA SILVA 322
ROSANGELA DA SILVA COIMBRA 28 anos - 330/11
ROSE GOMES DA COSTA 96
ROSILENE DE SOUZA ROSA SCHOTT 14  D.O. 16029584-0
RUAN MENDONÇA DA SILVA 238
SABRINA (?) (morava num sítio ?) 22 anos
SABRINA ADOLFO GONZAGA 30 D.O. 16029575-0
SABRINA PEREIRA RANGEL 23 anos - 367/11
SALETE MARIA VASSALO 314
SAMARA DA SILVA COELHO 270
SANDRA MARA NOVAES DE CARVALHO 313
SANDRO AZEVEDO LEAL 133
SARA GUERRA SILVA E FARIA 200
SERGIO TCHERNEV REYS 254
SIRLEI NOGUEIRA DA SILVA 207
SORISMAN MARTINS FARIAS (meu ex-aluno OPM) 187
SUELEN DE OLIVEIRA MARCELO 92
SUZANA GUZZO 212
TAISSA GUZZO COELHO 195
TAMARA GUZZO COELHO 66
TÂNIA ELIONAI BRAGA GOMES 51 anos - VERIFICANDO N° DE ÓBITO
TATIANE SCHUENK 88
THAÍSSA DA SILVA CARDINOT 7 anos - 371/11
THEREZINHA APARECIDA DE JESUS 45 anos - 331/11 - L.IFP 936/11
THIERALD MONTEIRO OLIVEIRA 9 anos - 366/11
TIAGO CARDOSO LOPES 48 D.O. 15363083-3
TIERRY HENRY MONTEIRO OLIVEIRA 4 anos - 298/11
VALDECI MENDONÇA DA SILVA 6
VALDEIA 172
VALESKA BUSSINGER NAMEN 260
VICTOR LEMBO SPINELLI 69 (Cabo do C. Bombeiros - filho de meu colega do Col. Anchieta Walter Spinelli "Tico")
VICTORIA LACAVI 154
VINICIUS JOSÉ DE JESUS 21 anos - 324
VITOR HUGO GUERRA FARIA 199
VIVIANE DE OLIVEIRA PACHECO 309
VIVIANE GARCIA DE OLIVEIRA 527
VIVIANE STUTZ MONNERAT VILATI 250
WALACE RODRIGUES DA SILVA 43 D.O. 16029654-4
WALTELINO DE OLIVEIRA LIMA 249
WANDELEA HECKERT DE PAIVA 186
WANDERSON CARDOSO GOMES 21 anos - 342/11 - L.IFP 927/11
WAYSON DIAS VASQUE 79
WELLINGTON PACHECO CARDINOT 41
WENDERSON GONÇALVES OLIVEIRA 21
WILLIAM CUNHA FIGUEIRA 155
WILLIAM DA SILVA (meu ex-aluno OPM) 125
WILSON ZEITUNE 288
YVANIRE DE ABREU (ex-colega do CEC)
ZENALDO JOSE GOMES DA COSTA 116
ZIDANE MONTEIRO DE OLIVEIRA 13 anos
ZILDA ALVES PEREIRA 58 anos - 117/11 - L.IFP 708/11


LISTA dos DESAPARECIDOS até 26/5/2011, 18h:30min. (FONTE: IML/MP-RJ/jat)
O registro de desaparecimento de familiares ou conhecidos também pode ser feito por meio de formulário (veja: http://www.mp.rj.gov.br/ ) ou pela ouvidoria no tel: + 55 (21) 2283-6466, ramal 127.


Nome do desaparecido (informações...):
ALBANO SELLIS
ALDENIR (ou ALDEMIR ?) JOSÉ DA SILVA 56 anos
ALESSANDRO SANTOS PEREIRA 36 anos
ANA LÍVIA (DE ARAÚJO DA SILVA) MACÁRIO 5 meses
ANA LÚCIA DE OLIVEIRA (SANTOS ??) 49 anos
ANTÔNIA AGOSTINHO DA SILVA 43 anos
BRUNO ROBERTO DA SILVA 15 anos
CARLOS HENRIQUE ALVES DA SILVA 32 anos
CHARLES DE LIMA NASCIMENTO 22 anos
DANIELE A. CARDINOT BOTELHO
EDGAR (ou EDEGAR) DOS SANTOS 47 anos
FABIANO DA CRUZ SILVA 28 anos
FLORENTINO RODRIGUES FERREIRA
GUIOMAR BORGES CARNEIRO 79 anos
HELÊNIO MARQUES DA CONCEIÇÃO 57 anos
HELIO RODRIGUES DE PAULA 25 anos
ISAQUE DA SILVA
JÂNIO WALDEMIRO RODRIGUES 50 anos
JORGE DOS SANTOS PINTO 43 anos
JORGELENE RIBEIRO DOS SANTOS SILVA 29 anos
JOSELIO COELHO BARBOSA 17 anos
JOSIAS RIBEIRO CORREA 41 anos
LAIS DA SILVA CARDINOT 1 ano
LEIDIANE OLIVEIRA SANTOS 7 anos (filha de ANA LÚCIA OLIVEIRA, cabelo liso preto na altura do ombro, residente do "Buraco do Sapo")
LORRAYNE QUINTANILHA MONTEIRO 3 anos (também registrada em TERESÓPOLIS)
LUCIANO DA CRUZ SILVA 26 anos
LUIS CARLOS DE SOUZA 43 anos
LUIZ CARLOS ALVES MOREIRA
LUÍZA OLIVEIRA 35 ou 64 anos ?
MANUEL CARLOS PINHO DUARTE
MARIA DA GUIA SELLIS
MARIA DE FÁTIMA SANTOS PEREIRA 48 anos
MARIANGELA DA SILVA
MATHEUS (GIRON ?)
MAYCON NOGUEIRA CUNHA DA SILVA
NATALICIO SOUZA ARANHA 59 anos
NILCE MORAES NOVAES 68 anos
ODAIR CORRÊA
PATRÍCIA (ALVES ?) PEREIRA 21 anos
PAULO CESAR DE SOUZA
PAULO JOSE DEMIER
PAULO SÉRGIO DA CRUZ SILVA 30 anos
RAMON CEZAR GONÇALVES
RODRIGO OLIVEIRA SANTOS 10 anos (filho de ANA LÚCIA DE OLIVEIRA, pardo, magro, cabelo preto,1m 40cm)
ROGÉRIO DOS ANJOS SANTANA
SARITHA RIBEIRO CARDINOT 32 anos
SEBASTIÃO DE CARVALHO 53 anos (supostamente morava com seus 5 filhos)
SIFRORA DOS SANTOS PEREIRA 59 anos
SIRLENE MARIA DE FÁTIMA MARQUES 46 anos
TERESA DE FÁTIMA RIBEIRO PINHEIRO 55 anos
VALTER INÁCIO DA SILVA
VANDERLEI DA CONCEIÇÃO 49 anos
WESLEY SEPOLAR DUARTE 10 anos (sobrinho de minha funcionária Sirlene Duarte dos Santos).