REVISTA ELETRÔNICA de EDUCAÇÃO & SAÚDE.

REVISTA ELETRÔNICA de EDUCAÇÃO & SAÚDE (ano XXXV) 2018 ou 5779
Criação e realização do biólogo e professor JOÃO ANGELO MARTIGNONI TEIXEIRA
Orientação e configuração do engenheiro e professor EVERARD LUCAS CARDOSO

11 de jul de 2018

CONTATOS com a Revista Eletrônica: "EXCITE-FRIBURGO" de EDUCAÇÃO & SAÚDE.

Idealizador: Prof. Dr. João Angelo Martignoni Teixeira
Correio eletrônico: biangelus@gmail.com

ou escreva-os nos comentários abaixo:

ELVIRO E. MARTIGNONI - seu legado (parte I):

I - Um pouquinho das contribuições de Elviro Ernesto Martignoni:



ELVIRO E. MARTIGNONI - seu legado (parte II):

II - Um pouquinho da história de Elviro Ernesto Martignoni e sua contribuições:



ELVIRO E. MARTIGNONI - seu legado (parte III):

III - um pouco da história e contribuição de Elviro Ernesto Martignoni:



Homenagem ao Padre LUIS PECCI S.J.

Uma homenagem ao amigo Pe. LUIS PECCI S.J.

SEXTA-FEIRA 13 de JULHO de 2018.

        “A sexta-feira 13 e o judaísmo”
(por Jane Bichmacher de Glasman, escritora, professora e ex-diretora do Programa de Estudos Judaicos da UERJ)
“Ninguém sabe direito como a superstição surgiu. Alguns dizem que é porque Jesus foi crucificado em uma sexta-feira 13. Quanto à possível conotação aziaga do número 13 na tradição judaica, ela, na verdade, não existe. Pelo contrário: 13 é um número extremamente positivo.
No judaísmo, 13 é a idade na qual o jovem se torna bar-mitzvá, 13 são também os princípios de Fé Judaica elaborados por Maimônides. O número 13 era visto na tradição judaica como a adição divina para ao terreno 12, que está ligado aos 12 meses do ano, às 12 tribos de Israel e aos 12 signos do zodíaco, os quais representam a fragmentação do mundo físico, onde a Luz do Criador está oculta. O 13 se eleva acima dessas forças materiais, e nos leva à unidade do mundo espiritual. Morrer em uma noite de sexta-feira, depois de ter recebido o Shabat, era visto como particularmente honrosa para os mártires judeus. Então, tendo a sexta-feira 13 se tornado mais um dia para mártires judeus, os numerosos opressores começaram a interpretar o dia em suas formas negativas. No judaísmo o número 13 não indica o fim, mas sim a transformação, o renascimento”.
Fonte: Jornal ALEF/ edição 1482 de Agosto de 2010  – comunidade judaica [ jornalalefvirtual@jornalalef.com.br ]
Abaixo a reportagem na íntegra:
A sexta-feira 13 e o judaísmo
Jane Bichmacher de Glasman, escritora, doutora em Língua Hebraica,
Literaturas e Cultura Judaica; professora adjunta, fundadora e
ex-diretora do Programa de Estudos Judaicos da UERJ.
De acordo com o calendário judaico, “Yom Shishi”, a sexta-feira (qualquer uma) começa na véspera – na quinta-feira, “Yom Hamishi”. Já na sexta-feira ao anoitecer é sábado – “Erev” (véspera) Shabat! O homem (ser humano) foi criado, de acordo com o relato bíblico, na sexta-feira. E, neste dia, diferentemente dos outros em que D’us concluía com um “Está bom!”, Ele disse: ”Muito bom!”. Para quem gosta de uma leitura supersticiosa, este comentário divino torna a sexta “um dia de sorte” (junto com a terça-feira em que foi dito “Bom!” duas vezes – motivo pelo qual se costuma começar nas terças, por exemplo, calendário de aulas em escolas judaicas etc).
Tendo o homem sido criado na sexta-feira – ela se tornou também a data do primeiro Rosh Hahaná da humanidade (embora primeiro de Tishrei, que é o primeiro dia de Rosh Hashaná, jamais possa cair num domingo, quarta ou sexta-feira)! Quanto à possível conotação aziaga do número 13 na tradição judaica, ela, na verdade, não existe. Pelo contrário: 13 é um número extremamente positivo. No judaísmo, 13 é a idade na qual o jovem se torna bar-mitzvá, entrando assim na maioridade religiosa. Treze são também os princípios de “Fé Judaica” elaborados por Maimônides no seu “Comentário sobre a Mishná” e transformados em “Pyiut” (poema litúrgico), no hino “Yigdal”, em 1404.
Na língua hebraica os numerais são escritos com as letras do alfabeto (alefbet), às quais é atribuído um valor numérico. Assim, o número 13 escreve-se com as letras “? Yud” (10) e “? Guimel” (3). Para desvendar as leituras semióticas da numerologia hebraica (gemátria), é necessário analisar o simbolismo dado a cada letra. “Yud” (?) é a primeira letra da palavra yetzer (impulso), denotando a tendência humana tanto para o bem, o altruísmo (“Yetzer hatov”, aspecto positivo, o bom impulso) como para o mal, o egoísmo (“Yetzer hará”, aspecto negativo, o mau impulso). Cabalistas aconselham a meditação na letra “Yud” como forma de ultrapassar estagnação e inspirar mudança a nível espiritual. O “Yud” é também a primeira letra do tetragrama sagrado. O “Guimel” (?), por outro lado, reflete qualidades de bondade e crescimento. A expressão “guemilut hassadim” (boas-obras, atos de bondade) traduz a essência de “Guimel”, primeira letra também das palavras “Gadol” (grande), “Guibor” (poderoso, forte, herói) e “Guevurá” (coragem).
O número 13 era visto na tradição judaica como a adição divina para ao terreno 12, que está ligado aos 12 meses do ano, às 12 tribos de Israel e aos 12 signos do zodíaco, os quais representam a fragmentação do mundo físico, onde a Luz do Criador está oculta. O 13 se eleva acima dessas forças materiais, e nos leva à unidade do mundo espiritual. Segundo a Cabalá, 13 é a gemátria (valor numérico) da palavra “Echad”, que significa o número 1, a unidade, e, também, uma alusão a Deus. As palavras “Ahavá” (amor) e “Deagá” (preocupação) igualmente têm seu valor numérico 13. Assim como é 13 o valor das palavras “Ahavá” (amor) e “Echad” (unidade), denotando uma ligação intrínseca entre elas. Morrer em uma noite de sexta-feira, depois de ter recebido o Shabat, era visto como particularmente honrosa para os mártires judeus. Então, tendo a sexta-feira 13 se tornado mais um dia para mártires judeus, os numerosos opressores começaram a interpretar o dia em suas formas negativas. No judaísmo o número 13 não indica o fim, mas sim a transformação, o renascimento. A superstição que ronda o número 13 é, sem dúvida, uma das mais populares. Pode ter tido origem no dia 13 de outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia. Na Antiguidade, o número 13 tornou-se de mau agouro, depois que o Imperador Felipe da Macedônia acrescentou sua estátua às dos doze deuses do Olimpo. Logo em seguida, ele foi brutalmente assassinado. Eva ofereceu a maçã a Adão na sexta-feira, e o dilúvio começou no mesmo dia.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. Ninguém sabe direito como a superstição surgiu. Alguns dizem que é porque Jesus foi crucificado em uma sexta-feira 13. Além da versão histórica de perseguição aos templários, também existiam lendas nórdicas e cristãs sobre o sombrio treze. Sua origem é pagã, e não cristã como muitos pensam, e remonta a duas lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira, houve no Valhalla, a morada dos deuses, um banquete para o qual doze divindades foram convidadas. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí surgiu a idéia de que reunir 13 pessoas para um jantar era desgraça. A associação com a sexta-feira vem da Escandinávia e refere-se a Friga, a deusa da fertilidade e do amor (que deu origem a frigadag e Friday = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, num total de 13 entes, para rogar praga sobre os humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa. Isso serviu para incitar a raiva das pessoas contra Frigg, embora nem sequer existissem figuras malignas como o Diabo nessas culturas. Como a sexta-feira era um dia sagrado à deusa, e ao feminino, o advento ao patriarcado fez com que esse dia fosse o escolhido para ser dia amaldiçoado, como tudo o que dizia respeito às mulheres.
A Última Ceia, portanto, é uma posterior releitura dos mitos originais, onde havia 13 à mesa, às vésperas da crucificação de Jesus, que teria ocorrido numa sexta-feira. O 13° convidado teria sido o traidor causador da morte de Jesus, como Loki foi o causador da morte do filho de Odin. Especula-se, inclusive, que Jesus, sendo um iniciado, possa ter estipulado o número de pessoas à mesa em 13 precisamente por causa da magia do número.
Nas cartas do tarô, o Arcano 13 (Ceifador), é a carta da morte, por associação com as letras hebraicas. Estudantes da prática interpretam a carta como um sinal de mudanças do ponto de vista, de formas de viver, e profundas transformações internas e externas. Mesmo quando se refere à morte física, na concepção religiosa, esta não representa um fim em si; afinal os antigos viam a morte como uma passagem para outro mundo ou plano de existência, em geral com uma conotação evolutiva.


Para a Maçonaria = lembrando que foi no dia 13 de Outubro de 1307, exatamente em uma sexta-feria, que o rei Felipe IV, o belo, da França desencadeou a perseguição e prisão dos Cavaleiros Templários no território Francês.
Um dia especial para os maçons templários e das ordens de cavalaria, cujos graus são dedicados a essa causa.

31 de mai de 2018

CRUCIFICAÇÃO de CRISTO:

Pesquisa de 2003 do prof. dr. João Angelo. Atualização: 26/3/2018.
(foto ao lado tirada do teatro na Via expressa em 28/3/2010 e publicada no Jornal A Voz da Serra)
A palavra latina "excruciar” (raiz de "cruciante") se refere a algo que causa grande agonia ou tormento. As raízes da palavra são: "ex” = por causa de ou sobre, e "cruciar” = cruz. Então: "excruciar" = "por causa de , ou sobre, a cruz".
Em Seus 36 ou 37 anos de idade, Jesus foi amarrado a um poste, sofrendo violento espancamento físico e chicotadas que deixaram suas costas inteiramente expostas, onde a pele (epiderme + derme), com +/- 2 mm de espessura, apoiada na tela subcutânea (nome atual da antiga hipoderme), era arrancada das costas, expondo uma massa ensanguentada de músculos e ossos (“hambúrguer”).
Os romanos usaram um chicote (flagrum ou flagellum) com pequenas partes de ossos e metais (talvez Fe e Pb; Z= 26 e 82 na T.P.) unidos a vários cordões de couro. A quantidade de chicotadas não é registrada nos evangelhos. O número de golpes na lei judaica era de 40 (Dt 25:3), mais tarde reduzido (pelos fariseus) a 39 para evitar golpes excessivos por um erro de contagem. A vítima geralmente morria devido à surra (com 39 golpes acreditava-se trazer o criminoso à "1 da morte"). A lei romana não tinha nenhum limite sobre o n° de golpes a se dar.
Devido aos espancamentos houve perda de sangue (AB +, grupo sanguíneo considerado "receptor universal" que envolve mais ou menos 5% da população mundial) segundo estudos recentes no sudário (o sudário pertence ao Vaticano e fica guardado na Cappella della Sacra Sindone do Palácio Real de Turim, na Itália); houve também perda sanguínea devido aos espinhos da "coroa" (de 2,54 a 5,08 cm) feita da planta Zizifus spina (Zizyphus ou Azufaifo - da família das ramináceas) atingindo o escalpo (área mais vascular na testa que firma os cabelos) com 60 a 70 perfurações, enfraquecendo Jesus e podendo deixá-Lo inconsciente.
Depois do espancamento, Jesus andou num trajeto de +/- 595 m (chamado hoje de Via Dolorosa) para ser crucificado no “lugar do crânio ou da caveira” (em latim: Calvário; em aramaico: Golgota). O aramaico, língua semítica falada por Jesus, atingiu o apogeu entre os anos 300 a.C. e 650 d.C.,  falada ainda hoje em alguns lugares do Irã, Iraque e Síria, tem 22 letras no qual se escreve da direita para a esquerda e, deu origem ao hebraico e este, no final do séc. XIX, passou a ser a língua oficial de Israel.
O Calvário de Gordon é o ponto de maior altitude positiva de Jerusalém (777 m acima do nível do mar). Hoje neste Calvário, as cavernas na rocha estão situadas de tal maneira que dão ao local uma aparência de caveira. Jesus foi conduzido por ruas estreitas de pedras, cercadas por mercados daquele tempo, aglomeradas de gente, carregando a barra horizontal da cruz (chamada patibulum = patíbulo, pesando entre 36 e 50 kg) sobre Seus ombros. Ele estava cercado por 1 guarda romano, o qual carregava uma placa que anunciava Seu crime: o de ser "o Rei dos Judeus" em hebreu, latim e grego (o título era pendurado na cruz, sobre a cabeça da vítima, na hora da crucificação), por isso INRI (Iesus Nazarenus Rex Ioderum). No trajeto, Ele ficou incapaz de carregar a cruz; Simão o cireneu (natural da Cirenaica – região da Líbia - África), foi afetado pelo fato e intimado a ajudar.
Teorizam que Jesus talvez tenha caído ao ir descendo os degraus da Fortaleza de Antônio. Nesta queda com o pesado patíbulo nas Suas costas, talvez tenha tido uma contusão cardíaca, predispondo Seu coração a ruptura na cruz.
A crucificação era assim: o patíbulo era colocado sobre a terra e a vítima colocada em cima dele. Os cravos (pregos) de Fe (Z = 26), tinham +/- 18 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro, eram cravados nos pulsos (na terminologia antiga, o pulso era considerado parte da mão). Os pregos entrariam no nervo mediano, causando choques de dor irradiados por todo o braço; o mesmo aconteceu na ruptura do nervo plantar do pé com um único cravo que passou entre o 2° e 3° metatarso.

Era possível colocar os pregos entre os ossos do corpo (ao todo 213 ossos = 22 na cabeça; 33 na coluna; 24 nas costelas; 1 esterno no tórax; nos membros superiores 64 e nos inferiores 62; no pescoço 1 hioide e 6 pequenos nas orelhas médias), de modo que nenhuma fratura (ou ossos quebrados -Jo 19:32-36; Ex 12:46) ocorressem. Estudos científicos mostram que os pregos provavelmente foram cravados através dos carpos (8 ossos pequenos do pulso) entre o rádio e a ulna no espaço de “Destot”. Pregos na palma da mão não suportariam o peso (de +/-80 kg de Jesus) de um corpo (de +/-1 m e 80 cm) e rasgariam a mão entre os metacarpos e falanges.
No local da crucificação estariam postes (em pé) com aproximadamente 2 m e 15 cm de altura. No centro dos postes estava um habitual assento (sedile ou sedulum) no qual servia como suporte para a vítima. O patíbulo era levantado sobre os postes.

Os pés (o esquerdo sobre o direito) eram pregados ao stipes (tronco vertical da cruz), para isto, os joelhos teriam que ser dobrados e girados lateralmente, deixando-O numa posição muito desconfortável.

Quando a cruz era erguida verticalmente, havia uma grande tensão posta sobre os pulsos, braços e ombros, resultando num deslocamento dos ombros e juntas dos cotovelos. Os braços sendo presos para cima e para fora, prenderam a caixa torácica numa fixa posição final inspiratória na qual dificultou o exalar, e impossibilitou ter completa inspiração do ar. O fato de ter tido pequenas respirações, talvez explique porque Jesus fez pequenas declarações enquanto estava na cruz. O tempo passava, os músculos, pela perda de sangue, falta de O2 e a posição fixa do corpo, passariam por fortes cãibras (contrações súbitas musculares). Pelas surras e chicotadas, Jesus sofreu severa hipovolemia (baixo volume de sangue); por isso Seu estado desidratado e a perda de força.
Pela defeituosa respiração, os pulmões Dele começavam a ter colapsos em pequenas áreas causando hipoxia (baixo teor de O2). Uma acidez respiratória, com a falta de compensação pelos rins devido à perda de sangue, resultou em um aumento da pressão cardíaca (batendo mais rápido para compensar); acumulando líquidos nos pulmões (vazou “água” e sangue na perfuração de +/- 5cm da lança no tórax do lado direito do corpo, feita pelo soldado ao confirmar Sua morte - Jo 19:34), sob o stress da hipoxia e acidez, o coração parou.
Em 2003, os astrônomos romenos: Liviu Mircea e Tiberiu Oproiu do Observatório do Instituto Astronômico da Romênia, estudaram através de programas de computador baseados na revolução dos planetas entre os anos 26 e 35 d.C. e descobriram que apenas por 2 vezes nesse período, a Lua cheia ocorreu imediatamente após o equinócio. A primeira Lua cheia foi numa sexta-feira 07/4/0030 e a segunda Lua cheia foi 03/4/0033.
Estes astrônomos, ainda baseados no Novo Testamento, onde diz que: Jesus morreu no dia após a primeira noite de Lua cheia após o equinócio de Verão e também se refere ao eclipse solar ocorrido durante a crucificação (Lc 22:53); concluíram por estes dados no computador que ocorreu um eclipse parcial do Sol em 33 d.C.

Na verdade, a última ceia de Jesus e seus apóstolos, se deu numa 4ª-feira, dia 01/4/0033. Por estudos científicos, podemos afirmar (afirmação também feita pelos astrônomos supracitados) que Ele morreu com 36 ou 37 anos de idade, às 15 h da sexta-feira do dia 03/4/0033 ressuscitando às 4 h da madrugada do dia 05/4/0033.
Ainda com auxílio de computadores, cientistas divulgaram em 2010 o "rosto de Jesus Cristo" e o "corpo de Jesus Cristo" (Corpus Christi) conforme os dados apurados no sudário e inseridos nos computadores, chegando aos resultados das respectivas fotos abaixo:
Aspectos Religiosos do Corpus Christi (ou Corpo de Cristo):
A história religiosa do Corpo de Cristo tem início no século XIII e foi instituída pelo Papa Urbano IV.
Um fato extraordinário ocorrido no ano de 1247, na Diocese de Liége, Bélgica, diz que Juliana de Cornillon, monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à Lua, totalmente brilhante, porém, com uma incisão escura. Ela disse que o próprio Jesus Cristo revelou a ela que a Lua significava a igreja, e sua claridade o Corpo de Cristo. Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo uma festa (ou solenidade) em sua Diocese. O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón, que quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa Urbano IV.
O fator que deflagrou a decisão do papa e que confirmaria a antiga visão de (agora "Santa") Juliana se deu por um "milagre" ocorrido no 2° ano do pontificado de Urbano IV: o "milagre eucarístico" de Bolsena, na Itália, onde um sacerdote tcheco (Pe. Pietro de Praga), duvidando da presença real de Cristo na eucaristia depois da consagração do pão e do vinho, viu brotar sangue na hóstia (semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no século VII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o bispo de Orvieto a levar a ele as alfaias litúrgicas embebidas com o sangue de Cristo. Instituída para toda a igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada país ou de cada localidade.
O Corpus Christi foi instituído pelo Papa Urbano IV com a Bula Transiturus (carta pontifícia de caráter solene), de 11 de Agosto de 1264, celebrada na quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade (Pai + Filho + Espírito Santo), que acontece no Domingo depois de Pentecostes (Pente = 50 dias, depois da Páscoa, com a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos). A Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na quinta-feira santa e o Corpus Christi é celebrado sempre na quinta-feira depois de Pentecostes.
A celebração do Corpus Christi lembra a caminhada do povo peregrino de Deus, em busca da terra prometida. Segundo o Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná no deserto e hoje o povo de Deus é alimentado com o Corpo de Cristo, onde o celebrante consagra duas hóstias grandes, sendo uma consumida e a outra apresentada aos fiéis para adoração de Cristo.

Referências: Ball, D. A. "The Crucifixion and Death of a Man Called Jesus". J Miss St Med Assoc 30(3): 77-83, 1989.
Bíblia.Bible, Amplified version. Zondervan Publishing House, Grand Rapids, Michigan, 1964. Davis, C.T. "The Crucifixion of Jesus:The Passion of Christ from a Medical Point of View". Ariz Med 22:183-187, 1965. Edwards, W.D., Gabel, W.J and Hosmer, F.E. "On the Physical Death of Jesus Christ." JAMA. 255 (11), pp. 1455-1463, 1986.Holman's Bible Dictionary, Holman Bible Publishers, 1991. McDowell, J. "The Resurrection Factor". Campus Crusade for Christ, Nashville, Tenn., 1981. Metherall, A.. "Christ's Physical Suffering" (Tape) Firefighters for Christ , Westminister, Ca. Fitzgerald, Benedict & Gibson, Mel; “The Passion of the Christ” (20th Century Fox– EUA), 2004.

No Facebook: "ARQUEOLOGIA NO CALVÁRIO DE GORDON" - (uma exploração arqueológica) - Antônio César Domingues Hedo - Tel. (11) 4521-0157 e (11) 9817-9101 - e-mail: acdhedo@hotmail.com.

23 de abr de 2018

Recordando...turma 801 (9°ano) do CNSG em 1983.

Se você lembrar o nome de algum colega desta turma, favor me enviar por e-mail ou no comentário abaixo, obrigado!!!
Minha turminha 801 de 1983 CNSG = 1- Adriana Pereira Mendonça; 2- Adriano Rodrigues Silva "Dodo"; 3 - Alzilene Câmara da Costa; 4- Ana Cristina da Silva Bolorine; 5 - Ana Cristina da Silveira; 6 - Bárbara Spitz dos Santos (gêmea da 8); 7 - Claudia Cristine Lopes Striotto; 8 - Cláudia Spitz dos Santos (gêmea da 6); 9 - ?? Paiva Chagas; 10 - Giovana Aparecida Fernandes; 11 - Inêz Darrieux; 12 - Kátia Cabral de Oliveira; 13 - Marcelo França Dragaud; 14 - Margareth Oliveira de Souza;15 - Maria Helena Miranda; 16 - Mirela de Souza Louvise; 17 - Renato Corrêa Mendes; 18 - Renato Turque; 
19 - Roberto Jorge Pontes "Jorgito Pontes"; 22 - Sandra Luiza; 23 - Simone ??

22 de abr de 2018

Recordando os antigos e ótimos alunos do CNSG dos bons tempos...1981 a 1989:



Alcidéa Schuenck Guilande (na foto a esquerda ...via facebook...Psicóloga e Sanitarista - Profa. do SENAI) - fizemos um passeio em Minas Gerais (Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Gruta de Maquiné, etc...) de comemoração e formatura desta turma;












Aline Barroso (Bióloga - T. 1983); Claudia Borges Mury (professora e comerciante em Olaria - Papelaria);

< Claudia e Aline (T. 1983).













Emilly Cristine Martins (atualmente atendente na Unimed NF - centro);

Liliana Andrade Borges (atualmente Oficial da PM - odontóloga - 11º Batalhão da PM);

Marcelo Machado (atualmente Policial Federal - em Macaé/RJ) [marck19@uol.com.br ]; 

Marcos Antônio da Silva (atualmente trabalha no Sup. Bramil - setor de carnes);

Renata Angélica Valença (atualmente trabalha na Zulemar Vidros) - fizemos um passeio em Minas Gerais (Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Gruta de Maquiné, etc...) de comemoração e formatura desta turma;

Dayana Cordeiro (atualmente na Seeduc/NF) [irmã de Hiata Anderson Cordeiro - também meu ex-aluno] - contatos: japinhafriba@hotmail.com e emanuellydr@hotmail.com;

Maria Lúcia Guedes (atualmente na Seeduc/NF) - contato: malu.guedes@ig.com.br;


Leandro Ratamero (atualmente Engenheiro na Ford Motor Company, trabalhando no interior de SP); participou da EXCITE do CNSG como aluno apresentador, vestido de Charles Chaplin com alguns aparatos, mostrando a Ciência e a Tecnologia por trás do cinema ! Ótimo trabalho !!! 

Marcival Pereira [atualmente trabalha com manutenção elétrica].



Nesta foto: Elielma Calixto [ex-bancária]; Telma Bittencourt; eu (João Angelo); ?; Hedilamar Freze [professora]; Fernando Ramos e Joseane Borges...e o aniversariante deste dia 06/7/2013 abaixado André Luis Ramos [veterinário]...









Nesta foto: Leandro Pacheco Paredes [odontólogo em Rio das Ostras]. Irmão de Rita (T. 1983) e Gisele Paredes também minhas ex-alunas no CNSG.












Gisele Ferreira [professora - atualmente no ESI];
Gisele Ferreira


Carlos Emanoel [Marinha do Brasil] (T.1983 CNSG):



















Sebastião Girolamy [Polícia Civil] (T. 1983 CNSG):



















Jorgito Pontes [Empresário] (T. 1983 CNSG):












em breve aqui...outros alunos...
(página em reformulação...)

31 de mar de 2018

QUAL O MOTIVO DO DIA DA MENTIRA (1° DE ABRIL)?

1º de Abril
(por: Prof. Dr. João Angelo – via Internet – original de 2000, atualizada em 01/4/2018).
<<<--- no dia 19/5/2018 a Torre Eiffel faz 129 anos.
No séc. XVI na França, o Ano Novo era comemorado no dia 25 de Março (início da primavera), era uma época de festa e celebração que durava até 1º de Abril. Em 1564, quando o calendário Gregoriano foi introduzido, o Rei Carlos IX decretou que o Ano Novo, deveria ser celebrado no dia 1° de Janeiro. Os mais conservadores se negaram a mudar a festa e continuaram a comemorar no período de 25 de Março à 1º de Abril. Alguns gozadores que aceitaram a mudança faziam travessuras, enviando trotes aos que insistiam com a data antiga. As "vítimas" eram chamadas de "poisson d'avril" ou “peixe de Abril” pois naquela época do ano, o Sol deixa o signo zodiacal de Peixes. Para identificar a pessoa que foi enganada era anexado (colado) um peixe de papelão em suas costas.
Ainda na França, Napoleão Bonaparte recebeu o apelido de "poisson d’avril" quando se casou com Maria Luísa da Áustria, em 1º de Abril de 1810.
Existe outra versão para o 1º de Abril: na cidade de Granada - Espanha, ao fim do domínio árabe, os mouros foram derrotados pelos cruzados cristãos. Apesar disso, eles se trancaram em suas casas fortificadas. Os cristãos pensaram numa maneira de se livrar dos mouros. Contaram aos mouros que poderiam deixar suas casas em segurança, levar somente o indispensável e que eles poderiam zarpar nos navios ancorados no cais. Os muçulmanos, desconfiados, se perguntaram se não era uma armadilha e foram chamados para inspecionar os navios, se convencendo que tudo estava bem. Fizeram seus preparativos para deixar a cidade. No dia seguinte, 1º de Abril, levaram seus pertences e foram para os navios. Depois de saírem, os cristãos saquearam e incendiaram suas casas. Antes que os muçulmanos chegassem aos navios, eles também foram incendiados. Finalmente, os cruzados atacaram e ninguém escapou com vida. Os cruzados festejaram sua vitória durante dias, e esta comemoração se tornou um ritual repetido durante muitos anos.
Também no dia 01/4/0033 que se deu numa 4ª-feira, foi realizada a última ceia de Jesus com seus apóstolos.
O dia da mentira chegou ao Brasil por Pernambuco em 1848 e continuam mentindo muito por aqui até hoje (vide alguns políticos...rs...rs...). Um pensamento muito oportuno de Affonso Romano de Sant’Anna, retrata bem este fato, ele diz: “Mentiram-me ontem e hoje mentem novamente. Mentem de corpo e alma, completamente. E mentem de maneira tão pungente que acho que mentem sinceramente. Mentem, sobretudo, impunemente. (...) E de tanto mentir tão bravamente, constroem um país de mentira - Diariamente!”
Na Roma antiga, a ressurreição do deus Átis era celebrada no dia 1° de Abril com o festival de Hilária, atualmente, o 1° de Abril lá é chamado de "o Dia da Risada Romana".
Na Índia, o dia 1° de Abril, dá início a primavera com o Holi (festival onde os indianos brincam pelas ruas, jogando pó colorido em quem estiver passando).
Como tudo iniciou na França, hoje ela ainda é considerada a "capital da mentira" (veja a ilustração acima da Torre Eiffel). Também sugiu daí a ideia do Walt Disney de criar o "Pinóquio" e de Ziraldo criar o "Menino Maluquinho".

Se você conseguir "ENGANAR" alguém no dia 1º de Abril, de maneira inteligente, conte-nos como foi, no comentário abaixo:



↑↑ Domingo, 1° de Abril de 2018, fez 54 anos que o Jornal O Globo publicou este memorável artigo, que agora faz parte da História, que infelizmente a maior parte dos brasileiros desconhece e pior ainda que se insiste em continuar desconhecendo em face de sua grande aversão à História...


26 de mar de 2018

Livros em BRONZE de Saham...


Livros de Bronze (liga metálica de Cu+Sn) seriam a maior descoberta de todos os tempos e falam de Jesus Cristo:
Aspecto de um dos livros em análise

Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galileia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do catolicismo.

Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de Bronze (liga metálica de Cobre + Estanho) presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cm a 25,4 x 20,32 cm. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, 70 códices de Bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.

A cova fica a menos de 160 km de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.
Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

A gruta onde teriam sido encontrados

No local teriam se refugiado os primeiros cristãos de Jerusalém no ano 70 d.C. durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito que afogaram no sangue uma revolução de judeus que queriam a independência.
Cumprira-se então a profecia de Jesus Cristo relativa à destruição de Jerusalém deicida e à dispersão do povo judaico.
Segundo o “Daily Mail” os acadêmicos que estão convencidos da autenticidade dos livros julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947.
Neles, há imagens, símbolos e textos que se referem a Jesus Cristo e sua Paixão.
David Elkington, especialista britânico em arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele tratar-se-ia de uma das maiores descobertas da história do Cristianismo.
“É uma coisa de cortar a respiração pensar que nós encontramos estes objetos deixados pelos primeiros santos da Igreja”, disse ele.

Com efeito, na época da desastrosa rebelião judaica, o bispo de Jerusalém era Simeão, filho de Cleofás ‒ irmão de São José ‒ e de uma irmã de Maria de Nazareth (mãe de Cristo). Por isso, Simeão era primo-irmão de Jesus Cristo e pertencia à linhagem real de David.
Ele recebeu o Espírito Santo em Pentecostes. Quando o apóstolo Santiago o menor ‒ primeiro bispo de Jerusalém ‒ foi assassinado pelos judeus que continuavam seguidores da Sinagoga rompida com seu passado, os Apóstolos que ficaram, escolheram Simeão como sucessor.
Os primeiros católicos ‒ naquela época não tinham aparecido heresias e todos os cristãos eram católicos ‒ lembravam com fidelidade o anúncio de Jesus Cristo que Jerusalém seria destruída e o Templo arrasado. Porém, não sabiam a data.
O bispo foi alertado pelo Céu da iminência do desastre e de que deveriam abandonar a cidade sem demora. Simeão conduziu os primeiros cristãos à cidade de Pella, na atual Jordânia, como narra Eusébio de Cesárea, Padre da Igreja:
Após o arrasamento do Templo, São Simeão voltou com os cristãos que se restabeleceram sobre as ruínas. O fato favoreceu o florescimento da Igreja e a conversão de numerosos judeus pelos milagres operados pelos santos.

Os livros geraram muita disputa

Começou a se reconstituir assim uma comunidade de judeus fiéis à plenitude do Antigo Testamento e ao Messias Redentor aguardado pelos Patriarcas e anunciado pelos Profetas.
Porém, o imperador romano Adriano mandou arrasar os escombros da cidade, e seus sucessores pagãos Vespasiano e Domiciano mandaram matar a todos os descendentes de David.
Simeão fugiu. Mas, durante a perseguição de Trajano foi crucificado e martirizado pelo governador romano Ático. Simeão recebeu com fidalguia o martírio quando tinha 120 anos. Cfr. ACI Digital.


Emociona pensar que esses heróicos católicos judeus tenham deixado para a posteridade o testemunho de sua fé inscrito em livros tão trabalhados. O fato aponta também para a unicidade da Igreja Católica.

Philip Davies, professor emérito de Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da cidade de Jerusalém. No mapa é representada o que parece ser a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras.
“Assim que eu vi fiquei estupefato”, disse. “O que me impressionou foi ver uma imagem evidentemente cristã. Há uma cruz na frente e, detrás dela há o que deve ser o sepulcro de Jesus, quer dizer uma pequena construção com uma abertura, e mais no fundo ainda os muros de uma cidade”.
“Em outras páginas destes livros também há representações de muralhas que quase certamente reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão cristã acontecendo fora dos muros da cidade”, acrescentou.



A mais antiga representação de Cristo e de sua Paixão achada na Jordânia

Poderia ser a mais antiga representação de Nosso Senhor

O descobridor e dono dos códices de Bronze é Hassan Saida, um caminhoneiro beduíno que vive na aldeia árabe de Umm Al-Ghanim, Shibli. Ele se negou a vender as peças e só cedeu amostras para que sejam analisadas no exterior.
Entretanto, há toda uma disputa pela propriedade e posse dos livros. O dono alega que pertencem à sua família há um século, fato contestado por outros, segundo “The Telegraph”.
O governo jordaniano apóia as investigações porque, segundo Ziad al-Saad, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, os códices “realmente se comparam, e até são mais significativos que os rolos do Mar Morto”.
E acrescenta que podem constituir “a mais importante descoberta na história da arqueologia”.
Enquanto que os rolos do Mar Morto foram feitos em pergaminho ou papiro e contêm as mais recentes versões dos livros da Bíblia e outros textos no formato tradicional dos escritos judaicos, isto é rolos, estes códices estão organizados como livros, forma associada com o cristianismo nascente.


Amostras dos livros que estão sendo estudados:
Ziad al-Saad acredita que os autores foram seguidores de Jesus Cristo que trabalharam poucas décadas depois da crucificação. Então, o rosto reproduzido seria bem a Sagrada Face de Jesus Cristo feita por um contemporâneo do Redentor.

As partes escritas estão criptografadas em caracteres hebreus e gregos antigos para serem indecifráveis, segundo o “Daily Mail”.

Uma das imagens mais impressionantes apresenta um homem na força da vitalidade, cabelo solto e cacheado, levando na cabeça aquilo que parece ser uma coroa de espinhos.


A palmeira simbolizaria a Casa de David:
Esta imagem extraordinária seria a mais antiga reprodução do rosto de Jesus Cristo, talvez feita por alguém que o conheceu ou o viu pessoalmente.
A imagem tem relevo dando a impressão tridimensional de uma cabeça humana, que um lado é apresentada pela frente e do outro por trás.
Em volta dos dois lados há inscrições criptografadas. Mas uma parece conter as palavras “Salvador de Israel”, uma das poucas inscrições até agora decifradas.
Uma palmeira parece simbolizar a Casa de David ‒ a Casa Real de Israel de quem Jesus Cristo era legítimo chefe ou rei de Israel por direito ‒ acompanhada por linhas que formam cruzes. Sucessivas estrelas representariam a Árvore de Jessé – ou seja, a árvore genealógica de Cristo.

A Dra. Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos sobre o Antigo Testamento, apontou que o judaísmo proíbe as imagens com feições humanas. Os livros, portanto, só poderiam ser cristãos.
David Feather, especialista em metalurgia e nos rolos do Mar Morto propôs que amostras dos livros fossem examinadas pela Universidade de Oxford.
As amostras também foram analisadas pelo Swiss National Materials Laboratory, de Dubendorf, Suíça.
Os resultados dos dois laboratórios concordam em que a época de fabrico dos livros metálicos remonta ao período romano e foram trabalhados na área do Mediterrâneo.
Uma peça de couro encontrada junto com os livros metálicos foi submetida aos testes de datação de Carbono que apontaram uma idade de pouco menos de 2.000 anos. Desta maneira proviriam de uma época muito vizinha à pregação de Jesus Cristo.

Fonte: Ciência Confirma Igreja (2ª-feira, 25/4/2011) Luis Dufaur (adaptado por João Angelo para suas palestras).

12 de mar de 2018

Famílias italianas registradas em Nova Friburgo até 2018

Famílias italianas registradas em Nova Friburgo até Março de 2018

[pesquisa realizada por João Angelo Martignoni Teixeira]:



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